- Em 1968, a pintura “Young Woman Seated at a Virginal”, de Vermeer, foi vandalizada na National Gallery, em Londres.
- O ataque visou remover a cabeça da jovem retratada e ocorreu em um momento de segurança precária, sem câmeras de vigilância.
- O dano foi descoberto por um visitante cerca de duas horas após o ataque, e a restauração foi concluída em abril de 1968, tornando o dano quase invisível.
- A galeria afirmou que nenhuma parte da tela foi removida, mas o uso de um instrumento afiado causou cortes profundos.
- O vandalismo foi associado a uma campanha publicitária, levantando questões sobre a motivação do agressor e a importância da segurança em museus.
Em 1968, a pintura Young Woman Seated at a Virginal, de Vermeer, foi vandalizada na National Gallery, em Londres. O incidente, que visou remover a cabeça da jovem retratada, só agora ganha novos detalhes. O ataque ocorreu em um momento em que a segurança do museu era precária, sem câmeras de vigilância.
O vandalismo foi descoberto por um visitante, que notou o dano cerca de duas horas após o ataque. O diretor da galeria, Martin Davies, relatou que o agressor tentou cortar a cabeça da jovem, o que teria causado um dano irreparável à obra. A restauração foi realizada rapidamente e, felizmente, o dano se tornou quase invisível.
Consequências do Vandalismo
Após o ataque, a galeria emitiu um comunicado afirmando que nenhuma parte da tela foi removida e que a perda de tinta era mínima. No entanto, essa declaração não refletia a gravidade da situação. O uso de um instrumento afiado, possivelmente uma lâmina, causou cortes profundos na tela, mas a cabeça não foi completamente retirada.
A falta de visitantes na galeria no momento do ataque foi um fator preocupante. Davies destacou que a presença de mais pessoas poderia ter funcionado como uma proteção adicional. O vandalismo foi associado a uma campanha publicitária que usava a pintura em cartazes, levantando questões sobre a motivação do agressor.
Restauração e Proteção
A restauração da obra foi concluída em abril de 1968, e a pintura foi recolocada em exibição, agora protegida por um vidro especial. A galeria decidiu não divulgar fotografias do dano, temendo que isso pudesse incentivar o vandalismo. Essa decisão resultou em pouca cobertura na mídia e na literatura sobre Vermeer.
O caso de Young Woman Seated at a Virginal permanece como um exemplo de como a segurança em museus pode ser crucial para a preservação de obras de arte. A restauração bem-sucedida garantiu que a pintura continuasse a ser apreciada pelo público, apesar do ataque.
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