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Ministério da Saúde destina R$ 3 milhões para formação de doulas no SUS em Belém

Ministério da Saúde anuncia R$ 3 milhões para formação de doulas no SUS durante a Conadoula em Belém, ampliando atuação nacional

Foto: Fenadoulas
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  • Belém (PA) recebeu, de 14 a 17 de maio, a 10ª Convenção Nacional de Doulas do Brasil, reunindo doulas, pesquisadoras, gestoras e representantes de 27 estados.
  • O Ministério da Saúde anunciou investimento inicial de R$ 3 milhões para a implementação da Estratégia Nacional de Formação de Doulas para o SUS.
  • A coordenadora-geral Érika Almeida destacou a participação do MS na programação e a importância de ampliar a atuação das doulas na rede pública.
  • A edição de 2026 marcou a primeira participação representativa de todos os estados, com especial presença das doulas da Região Norte, Amazônia Legal e do Nordeste.
  • O evento ocorreu em um contexto de sanção da Lei das Doulas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, reforçando a prioridade do tema na saúde pública.

Belém (PA) recebeu a 10ª Convenção Nacional de Doulas do Brasil (Conadoula) entre 14 e 17 de maio, reunindo doulas, pesquisadores, gestoras e movimentos sociais de todas as regiões. O tema foi a humanização do parto e o direito de gestar com dignidade.

O Ministério da Saúde participou ativamente, anunciando um aporte inicial de 3 milhões de reais para a implementação da Estratégia Nacional de Formação de Doulas para o SUS. A informação foi compartilhada pela coordenadora Érika Almeida.

A edição histórica de 2026 contou com a presença de representantes de todos os 27 estados, fortalecendo a atuação das doulas em regiões com grandes vazios assistenciais, especialmente na Região Norte e Nordeste.

Avanços e posicionamento institucional

O evento ocorreu em meio à sanção da Lei das Doulas, assinada pelo presidente Lula, que elevou o tema à agenda pública. A decisão ampliou o reconhecimento e a regulamentação da atuação dessas profissionais no sistema de saúde.

Etel Matielo, na mesa sobre interfaces de informação, regulação e gestão do trabalho, destacou a necessidade de estruturar o trabalho das doulas no SUS e de criar mecanismos de suporte e formação. A fala enfatizou a relevância do cuidado humano.

Érika Almeida integrou o grupo de trabalho sobre escuta periférica e participou de debates sobre políticas públicas de doulagem, ressaltando a importância da escuta ativa e da inclusão social para reduzir desigualdades no atendimento.

A participação do Ministério da Saúde reforça o compromisso com a valorização das doulas e com políticas que promovam cuidado humanizado, equidade e o direito de gestar e nascer com dignidade em todo o Brasil.

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