- Mary in the Junkyard lança o álbum de estreia Role Model Hermit, no dia três de julho, com sonoridade atmosférica e riffs precisos.
- O trio é formado por Clari Freeman-Taylor (vocal/guitarra), Saya Barbaglia (baixo/viola) e David Addison (bateria), amigos de longa data de Londres.
- Eles participaram de shows em Nova York, incluindo apresentação no Bowery Ballroom, que teve público esgotado.
- A banda tem raízes no underground britânico, passando por locais como Windmill (Brixton) antes de ganhar projeção internacional.
- Em momentos recentes, eles vêm explorando apresentações em “round” (em roda) e criaram um conceito de “orb de proteção” para fortalecer a parceria entre os integrantes.
Mary in the Junkyard lança um debut atmosférico e marcado por jornadas improváveis
O trio londrino Mary in the Junkyard, formado por Clari Freeman-Taylor, Saya Barbaglia e David Addison, prepara Role Model Hermit, o seu álbum de estreia, que chega em 3 de julho. O som combina ambiência sombria, ritmos firmes e narrativas inusitadas.
No último fim de semana, a banda lotou o Bowery Ballroom em Nova York, após uma apresentação de apoio para Wet Leg na turnê norte-americana. O grupo também participou de um show de crowdfunding para War Child UK, ao lado da cantora Dove Ellis.
Formação e raízes
Freeman-Taylor, criada em Kimpton, no condado de Essex, moldou a sonoridade da banda a partir de uma mistura de folk e guitarras recortadas. Barbaglia e Addison são colegas de cidade há anos, com passagem por espaços de produção musical em Londres.
O conjunto surgiu em pubs de Londres, incluindo o Cavendish Arms e o Windmill, consolidando uma estética que equilibra clareza rítmica e texturas experimentais. O nome Mary in the Junkyard reflete esse contraste entre beleza e ruína.
Processo criativo e assinatura sonora
O álbum foi registrado com Oli Bayston em East London, buscando redução de excessos para enfatizar a voz suave de Freeman-Taylor e as linhas de violino da dupla Barbaglia/Addison. O resultado tem potencial de agradar fãs de PJ Harvey e Radiohead.
A banda tem investido em um espaço próprio de criação, com um estúdio simples e uma visão de construir um “ovo de proteção” para fortalecer a união entre os integrantes. A ideia perdura mesmo após um incidente com um objeto simbólico.
Entre na conversa da comunidade