- Morrissey informou que a Web Sheriff identificou nove pessoas fingindo ser ele e atuando em nome de grupos políticos.
- Os impersonadores estariam ligados a diferentes narrativas políticas e haveria uma conexão com um ex-membro do The Smiths.
- Morrissey afirmou que sua presença online se resume ao Morrissey Central e que nunca teve um smartphone.
- Segundo a atualização, as ações visam prejudicar a reputação do músico e seu status público.
- O próximo passo envolve contratar duas firmas de advocacia para levar o caso à polícia, com custos elevados que excedem a capacidade financeira do artista.
Morrissey busca tomar medidas legais contra impostores online que, segundo ele, prejudicam gravemente sua imagem. A informação foi publicada pelo próprio músico por meio do Morrissey Central, afirmando que nove pessoas estariam se passando por ele em defesa de grupos políticos distintos.
A Web Sheriff, empresa de combate à pirataria, informou a Morrissey Central que já identifica nove indivíduos que estariam fingindo ser o artista. Um deles manteria ligações com um ex-integrante da banda The Smiths, enquanto outros dois estariam ligados a um site norte-americano considerado pouco confiável.
Morrissey também reiterou que sua presença online se restringe ao Morrissey Central e que ele nunca utilizou smartphones. O objetivo dessas supostas ações seria associar o músico a narrativas falsas que prejudicam a carreira.
Desdobramentos legais
A publicação aponta que a próxima etapa envolve ações policiais e o envolvimento de duas firmas de advocacia. Segundo o texto, os custos financeiros seriam altos demais para o artista arcar sozinho, e a definição de passos a seguir está em análise.
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