- A estreia da turnê Eternal Sunshine aconteceu em Oakland Arena, com mais de 17 mil pessoas, marcando o retorno de Ariana Grande aos shows como headliner desde 2019.
- Ela pediu que o público ficasse quieto em um trecho com o loop station, antes de começar a música título Eternal Sunshine.
- O espetáculo combina performance, dança, e uma cenografia inspirada no projeto Brighter Days Ahead, com referências a Eternal Sunshine of the Spotless Mind.
- No setlist, houve a estreia ao vivo de Hate That I Made You Love Me, além de canções de Positions e homenagens a momentos anteriores da carreira, sem seguir apenas o formato de hits.
- Grande aborda temas pessoais, como divórcio, agradece aos fãs de longa data e mantém o tom emocional ao longo do show.
Ariana Grande abriu a turnê Eternal Sunshine em Oakland Arena, na noite de 6 de junho de 2026, marcando seu primeiro show de destaque desde 2019. O espetáculo teve início com a cantora pedindo silêncio ao público de mais de 17 mil pessoas, em posição estratégica no fim de uma passarela circular. O objetivo era iniciar com foco total na performance e na nova concepção de setlist.
A apresentação mesclou gravações ao vivo com harmonias complexas e interação direta com fãs. Grande experimentou uma técnica de looping antes de entrar de fato em Eternal Sunshine, apresentando versões variadas de um mesmo refrão para construir a narrativa musical da canção abridora. A estrutura do show privilegia diálogo com o público e uma produção audiovisual intensa.
A turnê é descrita pela artista como retorno importante e, ao mesmo tempo, uma possível mudança de formato para o futuro. O repertório é predominantemente novo, com referências a suas eras passadas e momentos pessoais visíveis no palco, incluindo referências a fases como Wicked e a vida pessoal recente. A cantora também aborda temas de superação e transformação durante a apresentação.
Performance e cenário
Durante o show, seis dançarinos elevam Grande durante Past Life, enquanto em Hempstead a baila intimamente com o elenco. O design cenográfico faz alusão a um mundo de Brighter Days Ahead, com uma casa inundada, que aparece como elemento central da narrativa visual. Em cenas entre as mudanças de figurino, a artista percorre memórias ao lado de si mesma mais jovem, reforçando a ideia de clínica de memória que permeia o palco.
O momento de maior emoção ocorre com One Last Time, em que fãs entoam o refrão em coro, conectando passado e presente. Em tributo às próprias origens, a cantora relembra participações anteriores, incluindo o período em que atuou como Glinda em Wicked. A performance de Hang Ten marca a ponte entre o passado e o presente, sem deixar de lado a mensagem de superação.
A live de Hate That I Made You Love Me, ainda inédita em estúdio, aparece como destaque da noite ao vivo, com arranjos vocais mais fortes do que a versão de estúdio. Em seguida, a artista incorpora faixas diversas da nova fase, mantendo o foco na expressividade vocal e na entrega emocional do público. O show, com quase duas horas, é apresentado como uma síntese de retorno e transição musical.
Repercussão e contexto
Grande descreveu o momento como diferente do passado recente da carreira, destacando que os próximos anos devem trazer mudanças no manejo da fama e dos projetos ao vivo. A performance trouxe elementos de resistência e celebração, em linha com o conceito visual da tournée. A atriz e cantora não adianta previsões, mantendo o tom de comunicação com os fãs.
A produção do Eternal Sunshine Touring mantém o recorte de show monumental, com recursos audiovisuais de alta intensidade e coreografias amplas. A turnê já desperta expectativa para a continuidade, com novos temas e possivelmente novas leituras de canções consagradas. A artista collaborazione com a equipe criativa, sem indicar datas ou locais específicos para os próximos shows.
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