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Ryan Fidelis lança álbum de R&B sobre amor preto e pertencimento

Tons de Marrom espelha amor preto no R&B nacional, em história de três atos, ampliando o reconhecimento de Ryan Fidelis e chegando a quase um milhão de streams

Ryan Fidelis — Foto: Igor Reis
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  • Ryan Fidelis, cantor catarinense de 21 anos, lançou o segundo álbum Tons de Marrom, que já chega perto de 1 milhão de streams no Spotify em menos de quinze dias.
  • A obra é dividida em três atos, acompanhando uma história de amor com foco no amor preto, destacando faixas como Rosa Maria, Levitou, Corpo Suado (com Nina) e o single-título.
  • O projeto é descrito pelo artista como “um filme sem imagem”, inspirado por narrativas cinematográficas e por referências de Tyler, the Creator e Racionais, entre outros.
  • A parceria com a cantora Nina em Corpo Suado ganhou videoclipe gravado em São Paulo, e o álbum já ganhou desdobramentos para curtas-metragens, com Ryan atuando.
  • O trabalho ganhou reconhecimento internacional, com a foto dele exibida na Times Square por meio do projeto AMPLIFIKA (Spotify), além de planos de seguir carreira em outras áreas da arte e ampliar a atuação em shows pelo Brasil.

Ryan Fidelis, cantor catarinense de 21 anos, lançou Tons de Marrom, seu segundo álbum, com forte foco no amor preto. O trabalho, descrito como uma narrativa em três atos, já soma quase 1 milhão de streams no Spotify em menos de 15 dias.

O álbum nasceu da visão de contar uma história de amor por meio de sons, sem imagens. O jovem artista citou influências de Tyler, the Creator e dos Racionais, além de referências de soul e artistas brasileiros, para construir o enredo que conduz o ouvinte pelos altos e baixos da relação.

Tons de Marrom traz uma construção cinematográfica, com cada ato explorando fases da relação. O primeiro ato apresenta a paixão, o segundo aprofunda a melancolia e o terceiro encerra com autoconhecimento e reencontro. O projeto também inclui videoclipe para Corpo Suado, parceria com Nina, gravado em São Paulo.

Sobre o álbum e as inspirações

A narrativa é descrita por Fidelis como ficcional, com personagens integrantes de uma história que dialoga com amor, dor e superação. O artista destaca que o tema do amor preto é fundamental para ocupar espaços muitas vezes reservados a narrativas mais sombrias.

Entre as referências do álbum estão soul de D’Angelo, Lauryn Hill e Dwele, além de artistas contemporâneos como Giveon e Daniel Caesar. No cenário brasileiro, YOÙN, Fat Family e Os Garotin aparecem como inspirações, junto a ícones nacionais como Tim Maia, Jorge Ben e Arlindo Cruz.

Produção audiovisual e projeção internacional

Além da música, Fidelis atuou na produção audiovisual e em cenas do clipe de Corpo Suado, que mostra os encontros entre Rosa Maria e Caique, interpretados por Wanessa Vieira e Murilo Sousa. A experiência reforçou o interesse do artista por atuar no cinema.

A visibilidade de Fidelis ganhou repercussão internacional ao ter sua foto exibida na Times Square, em Nova York, por meio da parceria com o projeto AMPLIFIKA, do Spotify. O cantor destacou o orgulho de levar Floripa ao mundo e de representar sua cidade.

Futuro, carreira e planos

Fidelis reforçou a ideia de seguir explorando todas as formas de expressão artística, incluindo atuação, moda e cinema, para além da música. O artista destacou a vontade de lançar mais discos, percorrer o Brasil e continuar desenvolvendo uma estética que una música e moda.

Sobre a relação com a imprensa, Fidelis opta por entender rótulos como impulso positivo, sem pressões excessivas, mantendo o foco na criação de sonoridades que o satisfaçam. O cantor afirmou que pretende manter a autenticidade de sua arte.

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