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Kip Moore é estrela no exterior; o que falta para alcançar os EUA?

Kip Moore conquista fãs na Europa, no Reino Unido e na África do Sul, enquanto o público americano ainda não o reconhece, mesmo com Reason to Believe

Kip Moore released his new album 'Reason to Believe' in May.
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  • Kip Moore lança o álbum Reason to Believe e fará turnê internacional, com shows na África do Sul em outubro em um estádio de críquete com 22 mil lugares e duas noites seguidas em Cape Town.
  • O cantor é astro na África, Austrália, Reino Unido e Europa, mas diz não entender por que não alcança o mesmo sucesso nos Estados Unidos.
  • Em entrevista ao podcast Nashville Now, da Rolling Stone, ele compara públicos europeus e americanos, destacando que os europeus tendem a valorizar letras e autenticidade desde o início.
  • Moore afirma que, em parte dos EUA, alguns espectadores já vão embora antes de o show começar, enquanto na Europa “quando estão dentro, realmente estão”.
  • O artista comenta a influência do compositor Brett James em sua carreira e a forma como lida com a perda dele em um acidente de avião no ano passado; ele se apresenta nesta semana em Nashville, no CMA Fest kickoff party.

Kip Moore, conhecido como roqueiro da Georgia no país, lança o álbum Reason to Believe e, neste outubro, parte para a África do Sul com apresentações de peso. O músico fará shows em um estádio de críquete com 22 mil lugares e depois em uma arena de Cape Town. Ele mantém base de fãs forte fora dos EUA, especialmente na Austrália, Reino Unido e Europa, enquanto ainda busca o mesmo reconhecimento no mercado americano.

Em entrevista ao podcast Nashville Now, da Rolling Stone, Moore compara plateias europeias e americanas. Ele diz que o público europeu costuma buscar autenticidade e responde rapidamente quando o show começa. Segundo ele, em algumas regiões dos EUA parte do público já entra no local com a ideia formada contra o artista, o que não ocorre na Europa.

Aos olhos do artista, a receptividade externa se deve ao que ele chama de “ouvir primeiro, julgar depois”. Moore ressalta que fãs europeus costumam se decidir ao vivo, sem pré-julgamento. Também comenta a influência do falecido compositor Brett James na sua trajetória.

Influência na carreira

Moore cita Brett James como marco importante e interrompido pela tragédia de um acidente de avião no ano passado. O músico português planeja manter os shows em meio à lembrança de James, buscando manter a energia do repertório criado em parceria com ele.

Shows e próximos passos

Além dos compromissos internacionais, Moore tem apresentação marcada para quarta-feira em Nashville, durante a festa de abertura do CMA Fest, promovida pela CAA. O show na cidade norte-americana marca o retorno do artista ao cenário de festivais após o lançamento do novo disco.

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