- Joan Baez disse que gostaria que artistas pop atuais usassem suas plataformas para falar sobre questões políticas e sociais, em entrevista no podcast Wiser Than Me With Julia Louis-Dreyfus.
- A apresentadora questionou Baez sobre a falta de posicionamento de jovens artistas diante de abusos do governo, destacando o que considerou silêncio de uma geração talentosa.
- Baez concordou em entender o silêncio dos artistas e mencionou que alguns já estão se pronunciando, citando Brandi Carlile e Maggie Rogers como exemplos.
- A cantora comentou que alguns shows de grandes palcos reunem jovens compositoras brilhantes, mas ainda faltaria esse “pequeno passo” de falar publicamente.
- Baez relembrou experiências de ativismo anteriores, como apresentações para arrecadar apoio a causas e protestos contra mudanças políticas, destacando a busca por uma nova canção de protesto.
Joan Baez pediu que pop stars atuais usem suas plataformas para abordar questões políticas e sociais, em tom objetivo e direto. A cantora falou ao podcast Wiser Than Me With Julia Louis-Dreyfus sobre o papel dos artistas na defesa da democracia.
Durante a conversa, Louis-Dreyfus questionou a ausência de posicionamento de jovens músicos frente aos abusos da gestão Trump. Baez concordou com a dificuldade de provocar mudanças, ressaltando que poucos nomes falam publicamente sobre o tema.
Ela mencionou que alguns artistas já se posicionam, citando Brandi Carlile e Maggie Rogers. Baez destacou uma apresentação em que Rogers discursou em um comício contra a detenção de imigrantes, chamando a atenção para a atuação de jovens compositoras em grandes palcos.
Ação, público e contexto
Baez relembrou que a discussão não é apenas teórica, apontando atos realizados nos últimos meses. Em março, participou de um protesto artístico em apoio às liberdades civis, em evento promovido por colegas da indústria musical, contra mudanças políticas que afetam instituições culturais.
A artista também é conhecida por sua trajetória de ativismo ao longo de décadas. Em entrevistas anteriores, ela já comentou sobre a dificuldade de criar um hino moderno de protesto, avaliando que canções históricas extrapolam o momento atual e que novas obras precisam surgir de uma fonte autêntica.
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