- Larry Jackson, executivo musical, entrou com ação para identificar a pessoa ou pessoas anônimas por trás de sites considerados difamatórios contra ele, a Gamma e artistas da gravadora.
- A ação aponta que, após reportagem da Bloomberg publicada em 23 de abril, sites “larryjacksonexposed.com” e “gammaexposed.com” divulgaram informações falsas sobre ele e a empresa.
- Entre as acusações, os sites afirmam que houve uso de “compras geradas por bot” para inflar artificialmente as vendas do álbum Bully, de Kanye West, hoje conhecido como Ye.
- Também dizem que Jackson “ mentiu” a funcionários da Gamma sobre uma cláusula contratual com Kanye West que poderia levar ao afastamento do artista em caso de ataques racistas ou antissemíticos; Jackson contesta essas alegações.
- A ação sustenta que há uma rede coordenada de contas falsas em X e Reddit para amplificar o conteúdo difamatório, e busca ferramentas legais, como subpoenas, para identificar os responsáveis.
Larry Jackson, executivo musical, entrou com uma ação em Nova York para identificar a pessoa ou o grupo por trás de sites considerados difamatórios. O objetivo é desmascarar uma campanha supostamente coordenada contra ele, a gravadora Gamma e seus artistas.
Segundo a ação de 12 páginas e obtida pelo Rolling Stone, a ofensiva ganhou impulso após uma reportagem da Bloomberg publicada em 23 de abril. Em seguida, sites como larryjacksonexposed.com e gammaexposed.com foram criados.
Os sites teriam publicado afirmações falsas sobre Jackson e a Gamma, incluindo suposta utilização de compras geradas por bots para inflar vendas do álbum Bully, de Kanye West, hoje conhecido como Ye. A ação descreve as alegações como falsas.
A denúncia sustenta que os sites alegam que Jackson mentiu ao staff da Gamma sobre uma cláusula contratual com Kanye West, sob a condição de que o artista seria cortado se apresentasse comportamentos racistas ou antissemita. O documento afirma que a acusação não procede.
A ação aponta que houveram contas bots em redes como X e Reddit para amplificar o conteúdo difamatório, dando a impressão de organicidade quando, na prática, seria uma decisão de um único ator ou de um grupo atuando em conjunto. O objetivo seria ampliar o alcance do ataque.
Jackson diz ter tentado investigar as páginas, mas percebeu que faziam parte de uma rede que mascara o IP do servidor de hospedagem. A defesa solicita ao tribunal auxílio para identificar os responsáveis, possivelmente por meio de subpoenas. Ele não comentou a reportagem.
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