- Sonny Rollins, um dos maiores saxofonistas de jazz, morreu aos 95 anos em sua casa em Woodstock, Nova Iorque; o anúncio foi feito na segunda-feira à noite em seu site.
- A causa da morte não foi divulgada; a nota pública o chamava de “Saxophone Colossus”.
- Rollins deixou mais de sessenta álbuns desde o fim dos anos quarenta e tocou com artistas como Miles Davis, Thelonious Monk e John Coltrane.
- Nascido em 1930 em Nova Iorque e criado no Harlem, ganhou o apelido Sonny ainda criança e iniciou o estudo do saxofone aos sete anos.
- Foi uma das últimas estrelas da geração bebop, expandindo o jazz com linhas melódicas rápidas e solos improvisados memoráveis.
Sonny Rollins, uma das maiores figuras do saxofone no jazz, morreu aos 95 anos. A informação foi anunciada no site do músico na noite de segunda-feira, com comunicado da família e confirmação da publicista Terri Hinte. A causa não foi divulgada.
O texto oficial diz que Rollins faleceu em sua residência, em Woodstock, Nova York. Ele era carinhosamente conhecido como Saxophone Colossus, destacado pela improvisação e pela melodia marcante ao longo de mais de seis décadas de carreira.
Rollins deixou o cenário do bebop com mais de 60 álbuns desde os anos 1940. Gravou ao lado de Miles Davis, Thelonious Monk e John Coltrane, entre outros nomes. É lembrado como um dos últimos ícones da geração bebop que ajudou a ampliar os limites do jazz.
Legado e impacto musical
O músico ganhou reputação pela habilidade de transformar standards e composições próprias em solos extensos e expressivos. Seu estilo de improvisação combinava clareza melódica com frases improvisadas que influenciaram gerações.
Ao longo da carreira, Rollins passou por fases que o aproximaram do hard bop e do pós-bop, explorando também fuguês de música latina e colaborações diversas. Seu trabalho influenciou músicos de várias correntes do jazz.
Vida pessoal e últimos anos
Nascido em Nova York em 1930, Rollins cresceu no Harlem e recebeu o apelido Sonny ainda na infância. Casou-se duas vezes; a segunda parceria com Lucille Pearson durou até 2004. Em 2014, abriu mão de apresentações ativas após diagnóstico de fibrose pulmonar.
A trajetória incluiu prêmios relevantes, como um Grammy de desempenho vitalício em 2004. Em entrevistas, ele mencionou a busca contínua pela progressão musical, mesmo após anos de carreira.
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