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Entretenimento não é distração: marcas precisam aprender a contar histórias

No Brasil, festivais viram palco para marcas criarem vínculos reais ao contar boas histórias

Volta. O Lollapalooza, adiado em 2020 e em 2021, deve acontecer em março do ano que vem no Autódromo de Interlagos.
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  • O Brasil é hoje um palco importante para shows e festivais, o que impulsiona crescimento econômico e exige que as marcas se repensem.
  • A atenção é um ativo disputado e as marcas precisam se conectar com pessoas por meio de experiências, emoções e histórias, indo além da veiculação tradicional.
  • O entretenimento não é distração: ele cria vínculos emocionais e relevância verdadeira para as marcas, que passam a promover histórias em vez de apenas mensagens.
  • Em festivais de música, o público não busca publicidade; marcas que geram experiências, ativações e conteúdos relevantes ganham participação nas narrativas do evento.
  • As agências ampliam seu papel, atuando como criadoras de experiências e tradutoras de posicionamento em narrativas, buscando relevância, pertencimento e conexões reais com o público.

Ao que tudo indica, o entretenimento deixa de ser distração para se tornar ponte entre marcas e pessoas. A transformação ocorre no Brasil, hoje um dos maiores palcos de shows e festivais do mundo.

A pauta foi discutida em edição do Fora da Faria, com a participação de Cacá Malta, head de Atendimento, Negócios e Operações da Artplan, parceira do grupo Dreamers e das marcas Rock World, Rock in Rio, The Town e Lollapalooza.

O texto destaca que a atenção é um ativo disputado e que marcas precisam ir além da veiculação tradicional. Hoje, o objetivo é impactar consumidores por meio de experiências, emoções e histórias conectadas a contextos culturais.

Contexto de mercado

O artigo coloca que a publicidade evoluiu da interrupção para a participação. As pessoas não querem ser interrompidas; desejam envolvimento. O entretenimento passa a ser parte da comunicação, gerando vínculos reais.

Papel das agências

As agências ampliam o papel e passam a criar experiências, traduzindo posicionamentos em narrativas. O desafio é entender ecossistemas culturais amplos e gerar valor para o público, por meio de ativações e conteúdos relevantes.

Festivais como vitrine cultural

Festivais de música são vistos como espaços onde o público busca momentos únicos, não apenas publicidade. Marcas que se inserem de forma relevante conseguem contar histórias junto ao público.

Caminho para a relevância

O texto defende que presença não basta; é preciso ser relevante e pertencer. Assim, as marcas podem criar memórias compartilhadas, ao invés de apenas transmitir mensagens.

Conclusão prática

A leitura aponta que a conexão verdadeira surge quando a marca faz parte de algo maior, respeita a cultura e utiliza o entretenimento para construir vínculos duradouros.

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