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Totó la Momposina, lenda da música colombiana, morre aos 85

Totó la Momposina, ícone da música colombiana, morre aos 85; legado popularizou cumbia e folclore no cenário internacional

Totó La Momposina attending the Colombian premiere of the animated film Encanto in Bogotá, 2021.
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  • Totó la Momposina, voz icônica da música colombiana, morreu aos 85 anos; os filhos anunciaram a morte por ataque cardíaco.
  • Nascida Sonia Bazanta Vides em 1940, em Talaigua Nuevo, cresceu perto da costa norte e adotou o nome artístico Totó la Momposina.
  • Viajou o mundo levando a cumbia, porro e outras raízes folclóricas colombianas a públicos globais, colaborando com selos como Real World Records.
  • Em 1979 foi blacklisted no país por convicções políticas de esquerda, refugiando-se na França e integrando coletivos locais; participou da comitiva cultural durante o Nobel de Literatura de Gabriel García Márquez, em 1982.
  • Recebeu o prêmio de legado vivo no Latin Grammys em 2013 e foi condecorada com Chevalier des Arts et des Lettres pela França em 2016.

Totó la Momposina, uma das mais celebradas músicos da história da Colômbia, morreu aos 85 anos. A causa foi um ataque cardíaco, segundo anúncio feito pelos três filhos nas redes sociais.

Os filhos destacaram que Totó levou a cultura e a memória do povo colombiano aos quatro cantos do mundo, com voz singular e dedicação fervorosa à música folclórica.

A cantora nasceu Sonia Bazanta Vides em 1940, em Talaigua Nuevo, e adotou o nome Totó la Momposina, em referência à região de Mompos. Cresceu em meio a uma família de músicos.

Totó construiu carreira com cumbia, porro e outras expressões da música tradicional colombiana, levando seu trabalho a palcos internacionais e influenciando gerações mais novas de artistas latinos.

Interessante destacar que Totó foi blacklistada na Colômbia em 1979 por inclinações políticas de esquerda, tornando-se refugiada na França, onde integrou coletivos musicais. Em 1982 participou da comitiva cultural de Gabriel García Márquez ao Nobel.

A trajetória ganhou impulso internacional após parceria com a Real World Records, de Peter Gabriel, com álbuns como La Candela Viva (1993) e um marco de divulgação global do riquíssimo folclore afro-indígena colombiano.

Totó recebeu, ao longo da carreira, reconhecimentos como o Latino Grammys de vida (2013) e a condecoração Chevalier des Arts et des Lettres (França, 2016). Sua obra permanece referência na prática de cumbia e ritmos afros.

A homenagem de autoridades colombianas chegou por meio do presidente Gustavo Petro, que chamou Totó de amiga querida e referência da arte caribenha colombiana, desejando que ela alcance as estrelas.

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