- Cameron Crowe escreveu sua primeira matéria de capa para a Rolling Stone, em 1973, sobre o Allman Brothers.
- Existe um passe de bastidores, popular entre as bandas de glam e hair metal dos anos oitenta, que é na verdade um adesivo codificado distribuído apenas a groupies ou possíveis groupies.
- Quem usa esse passe pode não entender seu significado completo, mas um integrante da banda sabe que ele indica que a pessoa é solteira e potencialmente disponível.
- O código facilita a distinção entre fãs e jornalistas, levando o usuário a outro ambiente com repórteres internacionais.
- Se tudo parecer confuso, a dica é conhecer uma banda nova em um clube menor, sem assistentes ou seguranças, e simplesmente demonstrar que gosta da música — mantendo, porém, a ideia central de “parecer pertencer”.
Cameron Crowe, roteirista e diretor de filmes como Almost Famous, escreveu sua primeira matéria de capa para a Rolling Stone em 1973, sobre os Allman Brothers. O texto ajudou a moldar a imagem do jornalismo musical na década.
Existe ainda um tipo de passe de bastidores, mais obscuro. Esse adesivo, popular entre as bandas de hair metal dos anos 80, era distribuído apenas a groupies ou potenciais groupies e carregava significados codificados.
Quem observa um passe colorido ou criptografado sabe o que ele sinaliza: a pessoa é solteira e possivelmente disponível, enquanto o acompanhante pode ter sido deslocado para outra sala por jornalistas internacionais. O código era entendido apenas por membros da banda.
Novas bandas, novas regras
Se a estética do backstage fica confusa, a alternativa é conhecer uma banda ainda em ascensão, em um bar pequeno. Nesse cenário, não há assistentes, nem seguranças de alto nível, e basta demonstrar apreço pela música para ter acesso. O princípio permanece: parecer pertencer ao ambiente.
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