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Marianna Simnett discute violência em entretenimento e uso de Botox na garganta

Circus, em Viena, desafia fronteiras do corpo: Simnett usa toque, dor e violência para abrir espaço à experiência do público

Marianna Simnett says that despite exposing herself to pain and discomfort, “it’s not about me. I don’t want pity” Eliza Douglas
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  • Marianna Simnett apresenta Circus, exposição na Secession, em Viena, com instalação de luz, som e escultura, em ambiente preto.
  • A peça Catherine Wheel (2026) faz referência a fogo de artifício e a métodos de tortura, com uma saia azul giratória e som de ela sendo tickle por quatro horas.
  • A tickle performance contou com Tim Dahl (“Tickler Tim”) como provocador, enfatizando o aspecto sonoro e dinâmico; a experiência foi registrada, não performed ao vivo.
  • A artista afirma que não é sobre si mesma: busca criar espaço de abertura para que as experiências de outros entrem na obra, sem apelo moral.
  • Fountain (2026) é um néon de mulher urinando, tema que gerou censura em plataformas; a peça dialoga com questões de poder, representações femininas e resistência cultural.

Marianna Simnett inaugura Circus, exposição da artista croata-britânica na Secession, em Viena, com instalação que mistura luz, som e escultura. A mostra ocupa o porão do museu, em total escuridão, criando uma atmosfera minimalista e sombria.

A artista explora tensões entre cuidado e violência, repetindo temas de obras anteriores. A peça inicial, Catherine Wheel, remete a fogos de artifício e a métodos de tortura, com um vestido azul giratório que evoca o picadeiro e uma performance de tom de assédio auditivo por quatro horas.

A curadoria descreve Circus como um espaço de open up emocional, onde o público é convidado a vivenciar estados de fragilidade. O projeto inclui ainda a obra Fountain, um néon de mulher urina, ligada a folclore balcânico e mitologia grega, e uma reflexão sobre representações femininas e poder não sexual.

Circus e os componentes sonoros

Para a sessão de som, Simnett destaca a importância do áudio em todas as peças, mesmo quando a ênfase recai sobre o silêncio. A artista também comenta que a mostra não foca na narrativa biográfica, mas na criação de um espaço de engajamento empático com experiências diversas.

Sobre o espaço expositivo, a Secession transformou a área de acesso em um ambiente de imersão: iluminação, cores escuras e objetos que enfatizam a materialidade das obras. A mostra fica em cartaz até 31 de maio.

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