- Blake Sennett explica a reconciliação do Rilo Kiley para a turnê de reunião, que começou no verão passado e retorna aos EUA neste mês, com shows na Europa.
- A banda, formada em 1998 por Jenny Lewis e Sennett, estourou no indie rock dos anos 2000, mas acabou em 2008 após conflitos pessoais e profissionais.
- O retorno aconteceu após anos de distância, reconexões em Nashville e a busca por redefinir a relação entre seus integrantes, sem pressões externas.
- O setlist da turnê foca em eras específicas do grupo, priorizando faixas de “The Execution of All Things” e “More Adventurous”, com ajustes feitos por Jenny e Duke (bassist).
- Não há planos confirmados de novos lançamentos ou turnês futuras; os artistas destacam que o foco atual é manter a experiência da reunião sem cobranças adicionais.
Blake Sennett, integrante fundador do Rilo Kiley, comenta a volta da banda após anos de hiato. A entrevista reconstitui a história, do fim em 2008 à recente reunião para turnê de retorno, com shows nos EUA e agenda europeia. O foco é explicar o que aconteceu, quem envolve, quando e onde.
O grupo nasceu em 1998, com Jenny Lewis e Sennett no centro, ganhou fãs fiéis e lançou álbuns influentes de indie rock. O fim, em 2008, ocorreu em meio a tensões internas e mudanças na carreira de seus membros, mesmo diante de crescente apelo da banda.
A reunião começou há pouco mais de um ano, sem grande divulgação, impulsionada por encontros entre Jenny Lewis e Sennett em Nashville. A ideia evoluiu para uma turnê de retorno que já começou nos Estados Unidos e segue para Londres e Primavera Sound, em Barcelona.
Repercussão e dinâmica da volta
Sennett relembra o período de transição do cenário musical pós-Napster, quando a banda manteve o foco na música apesar das mudanças da indústria. O retorno foi construído com pouca pressa, mantendo a essência do som e da relação entre os integrantes.
O reencontro ocorreu inicialmente como apresentação isolada, expandindo depois para uma turnê completa. A preparação envolveu ensaios em estúdio com o grupo completo, buscando manter a identidade das faixas como aparecem nos álbuns originais.
Ao falar sobre a relação entre os membros, Sennett comenta que a convivência na estrada era desafiadora, mas o amor pela música manteve o projeto viável. A reconciliação ganhou força ao longo de encontros fora dos palcos.
Sobre o repertório e planos futuros
O setlist prioriza faixas das fases The Execution of All Things e More Adventurous, equilibrando outras faixas do catálogo. A escolha, segundo o guitarrista, visou apresentar as músicas como nos discos, preservando a identidade da banda.
Questionado sobre novos trabalhos, Sennett afirma que não há planos oficiais além da turnê. Não houve gravação de material inédito na estrada, e não há previsão concreta de novos shows além do que já está programado.
A leitura da recepção aponta para uma base de fãs extremamente fiel, que acompanha cada apresentação. O retorno é visto como uma continuação natural da história do grupo, sem pressa para lançamento de novas músicas.
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