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Frida Kahlo e Diego Rivera chegam à Ópera de Nova York com Deborah Colker

Ópera no Metropolitan Opera de Nova York reimagina Frida Kahlo e Diego Rivera em fantasia de Dia dos Mortos, sob direção de Deborah Colker

Intérpretes de Frida Kahlo e Diego Rivera, Carlos Alvarez e Isabel Leonard, em montagem de Deborah Colker – foto: Timothy A. Clary/AFP
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  • Frida Kahlo e Diego Rivera chegam à Metropolitan Opera de Nova York com direção de Deborah Colker para a ópera em espanhol intitulada O Último Sonho de Frida e Diego.
  • A montagem é apresentada como uma fantasia que imagina Frida voltando à vida durante o Dia dos Mortos no México, com Rivera ao lado em uma cena em que parece morrer sob uma árvore vermelha.
  • A estreia no Met Opera ocorre a partir de quinta-feira, com transmission internacional nos cinemas prevista para 30 de maio; a ópera foi estreada em 2022.
  • A obra tem dramaturgia de Nilo Cruz, composição de Gabriela Lena Frank e coreografia de Colker, com mais de oitenta pessoas em cena, inspirada no surrealismo de Frida Kahlo.
  • Paralelamente, o MoMA exibe desenhos e pinturas de Frida Kahlo e Diego Rivera, em diálogo com a ópera; o texto destaca a íntima relação com o corpo, a dor e o feminismo da artista.

Frida Kahlo e Diego Rivera chegam à Metropolitan Opera de Nova York com direção de Deborah Colker para uma ópera que mescla fantasia, arte e lembrança do relacionamento turbulento do casal. A obra, cantada em espanhol, estreia na quinta-feira e terá transmissão internacional nos cinemas em 30 de maio.

A montagem, dirigida pela coreógrafa brasileira, reúne mais de 80 pessoas em cena. A narrativa, descrita como fantasia, não é biográfica: envolve a volta de Frida ao mundo dos vivos durante o Dia dos Mortos no México, buscando o marido e a chance de pintar novamente.

O elenco e a direção musical ficam a cargo da compositora norte-americana Gabriela Lena Frank, que trabalha com o dramaturgo Nilo Cruz. A história se passa em 1957, três anos após a morte de Frida, e acompanha Rivera lidando com culpa, infidelidades e conflitos que marcaram o casal.

Historicamente, a produção enfatiza o surrealismo presente nos trabalhos de Frida. Obras como El abrazo de amor y el universo, la tierra (México), Yo, Diego y el señor Xólotl, de 1949, inspiram elementos visuais da ópera. A encenação destaca a relação íntima entre corpo, dor e feminismo.

Paralelamente à peça, o MoMA exibe desenhos e pinturas de Frida e Rivera, compondo um diálogo curatorial com a ópera. A mostra reforça o papel de Frida na cena artística latina e sua ascensão como referência cultural contemporânea.

Entre dados do mercado, o quadro El sueño (La cama), de Frida, rompeu recordes ao ser vendido em 2025 por 54,6 milhões de dólares, cifra destacada como marco de valorização da artista. A maior parte desse destaque se deu pela atuação feminina no mercado de arte.

A produção ressalta ainda a força da presença latino-americana no cenário cultural. A diretora de cena enfatiza a importância de abrir espaços para narrativas que conectem história, arte e identidade durante eventos de grande expressão como o Met Opera.

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