- St. Vincent afirmou que o solo de Kid Charlemagne, de Steely Dan, é o seu solo de guitarra favorito.
- A faixa abre o álbum The Royal Scam (1976) e tem quase quatro minutos, com cerca de um quarto desse tempo tocado por Larry Carlton.
- O solo de cinquenta segundos foi gravado em duas horas de estúdio com Donald Fagen e Walter Becker; Becker pediu que Carlton gravasse várias vezes no Fender Stratocaster antes de permitir a versão no Gibson ES-335, e o desfecho foi improvisado em uma única tomada.
- St. Vincent disse que gostaria de ouvir o solo Carlton tal como é, nota por nota, recusando improvisações estendidas, mesmo de grandes guitarristas de palco.
- A artista lançou recentemente Live in London!, registro orquestral de show no Royal Albert Hall, onde riffs e solos aparecem entre as performances.
Annie Clark, conhecida como St. Vincent, afirma ser fã de solos de guitarra e destacou “Kid Charlemagne” de Steely Dan como o melhor de sua apreciação. A cantora e guitarrista comentou isso em entrevista à Rolling Stone, citando o solo como referência de estudo.
A faixa de 1976 abre o álbum The Royal Scam e conta com um solo de Larry Carlton que ocupa boa parte da duração da música. O registro original tem cerca de 4 minutos e 38 segundos, com o solo responsável por grande parte da parte instrumental.
Na visão de Clark, o solo precisa ser reproduzido fielmente, sem improvisações extensas. Ela também cita outra faixa de Steely Dan como favorita, reforçando o impacto que Carlton teve sobre seu modo de tocar.
Detalhes da gravação e legado
Segundo a reportagem, a gravação do solo, que dura cerca de 50 segundos, ocorreu em estúdio com Donald Fagen e Walter Becker. Becker insistiu para que Carlton testasse várias vezes a guitarra Stratocaster antes de retornar à sua Gibson ES-335, e o trecho final saiu em uma única tomada de qualificação.
Clark ressalta que a precisão do solo é essencial para a obra, descrevendo o desempenho de Carlton como sacrossanto e fundamental para a composição. O episódio é citado como inspiração para a forma como ela encara seus próprios solos.
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