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Obras sobre feminismo e Primeira Guerra Mundial entre vencedores do Pulitzer

Pulitzer premia Angel Down, de Daniel Kraus, e Liberation, de Bess Wohl; reconhece ainda obras sobre a Constituição, moradia e memória

Susannah Flood in Liberation.
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  • Daniel Kraus ganhou o prêmio de ficção pelo romance Angel Down, ambientado na Primeira Guerra Mundial e narrado em uma única frase.
  • Bess Wohl venceu o prêmio de drama com Liberation, peça que revisita grupos feministas dos anos setenta.
  • Jill Lepore levou o prêmio de história com We the People: A History of the US Constitution.
  • Amanda Vaill venceu biografia com Pride and Pleasure: The Schuyler Sisters in an Age of Revolution.
  • Yiyun Li ficou com memoir-autobiography em Things in Nature Merely Grow; Brian Goldstone levou não ficção geral com There Is No Place for Us.

Daniel Kraus foi o vencedor do prêmio de ficção do Pulitzer por Angel Down, romance ambientado na Primeira Guerra Mundial, apresentado em uma única frase. A obra mistura fantasia, horror e ficção científica. Liberation, de Bess Wohl, ficou com o prêmio de drama.

Entre os ganhadores anunciados, Jill Lepore levou o prêmio de história com We the People: A History of the US Constitution. Amanda Vaill venceu na biografia com Pride and Pleasure: The Schuyler Sisters in an Age of Revolution.

Yiyun Li concorreu na categoria memória-autobiografia com Things in Nature Merely Grow, sobre o suicídio dos seus dois filhos. Brian Goldstone venceu a categoria não ficcional com There Is No Place for Us: Working and Homeless in America.

A premiação também destacou a poesia, com Ars Poeticas de Juliana Spahr, e a música, com Picaflor: A Future Myth de Gabriela Lena Frank, obra sinfônica inspirada em lendas andinas e nos incêndios na Califórnia.

A carreira de Kraus, aos 50 anos, inclui colaborações com cineastas como George Romero e Guillermo del Toro. A instituição elogia Angel Down como um tour de force estilístico que une alegoria, realismo mágico e ficção científica em uma única frase.

Liberation de Wohl ressente a memória de grupos feministas da segunda onda, que discutem misoginia, homofobia internalizada e papéis de gênero. A peça transita entre passado e presente, com seis atrizes no ato two.

A imprensa destacou que a peça não entrega respostas simples, mantendo tensões políticas e éticas. A obra deve figurar entre as favoritas para a categoria de melhor nova peça no Tony Awards.

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