- Bruce Springsteen abriu a turnê anti‑Trump “Land of Hope and Dreams” em Minneapolis, chamando a administração da Casa Branca de corrupta, incompetente, racista, imprudente e traiçoeira.
- A imprensa aponta que, independentemente de alinhamento, quem leva vantagem é a Ticketmaster e a Live Nation, que promovem a turnê e teriam se salvado de problemas legais após um acordo com o DOJ em um processo antitruste.
- Segundo o Wall Street Journal, o próprio Donald Trump teria pressionado o acordo após conversas com colegas de Hollywood.
- Os ingressos para a turnê chegam a até $ 3 mil, segundo reportagens.
- Além disso, alguns estados, como New Jersey, continuam o processo, com questões envolvendo taxas de aproximadamente $ 240 mil cobradas pela Ticketmaster por ingressos de uma apresentação em North Carolina.
Bruce Springsteen abriu a turnê anti-Trump Land of Hope and Dreams em Minneapolis com uma crítica direta à gestão da Casa Branca. O objetivo da apresentação foi enfatizar posicionamentos políticos durante o espetáculo, sem detalhar propostas. A performance ocorreu no Target Center.
A imprensa informou que o músico chamou o governo atual de corrupto, incompetente, racista, imprudente e traiçoeiro, durante a abertura do show. A reação de aliados e adversários tem sido amplamente discutida no ambiente musical e político.
Segundo fontes da indústria, as empresas de ingressos, como Ticketmaster e Live Nation, podem sair ganhando com a visibilidade gerada pela turnê. O acordo judicial da peça antitruste envolvendo a Live Nation foi citado como um precedente que influenciou decisões na área de entretenimento.
Contexto do acordo
Recentemente, o Wall Street Journal trouxe o relato de que o ex-presidente Trump teria incentivado o acordo com o Departamento de Justiça, após conversas com contatos de Hollywood. Os ingressos para a turnê aparecem com preços elevados, chegando a valores próximos de três mil dólares em alguns mercados.
An insiders da indústria questionam o real custo financeiro da operação para o público e para a gestão de direitos de mídia. O debate envolve percepções sobre quem financia a promoção e quais são os impactos legais, sem apontar culpados específicos.
Alguns estados, como Nova Jersey, continuam com disputas sobre o acordo. Um ponto central envolve possíveis taxas cobradas pela Ticketmaster por assentos de primeira fila, em um show único de Springsteen na Carolina do Norte, segundo reportagens locais.
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