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Festival Wireless diz que Kanye West ainda se apresentará, apesar de ban

Os organizadores do Wireless mantêm Kanye West previsto para se apresentar, mesmo após pressão pública e pedidos de banimento por antisemitismo

Kanye West at the Vanity Fair Oscar Party in Beverly Hills
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  • Kanye West, também conhecido como Ye, ainda está previsto para se apresentar no Wireless Festival, apesar de pedidos para seu cancelamento.
  • Críticos, incluindo MPs e organizações judaicas, pedem que o governo o impeça de entrar no país e de se apresentar.
  • O primeiro-ministro Keir Starmer disse que a escala do rapper é “preocupante” diante de suas mensagens antissemitas e de celebração do nazismo.
  • O diretor-geral da Festival Republic afirmou que a apresentação seria apenas das canções já veiculadas no rádio e streaming, sem promover opiniões dele, e pediu compreensão para a decisão de perdoar.
  • Patrocinadores, como Pepsi e Diageo, retiraram o patrocínio do festival em resposta à confirmação de West como atração principal; PayPal deixará de aparecer em material promocional.

Kanye West, também conhecido como Ye, segue previsto para se apresentar no Wireless Festival, em Londres, apesar de pedidos de cancelamento. A decisão vem mesmo após críticas sobre declarações antissemitas feitas pelo rapper, incluindo elogios a Adolf Hitler. A organização do evento afirma que ele irá se apresentar apenas com os seus repertórios ouvidos nas rádios e nas plataformas de streaming.

Segundo Melvin Benn, diretor da Festival Republic — promotora do Wireless — West pretendia subir ao palco, e a organização nega dar-lhe espaço para expressar opiniões. Benn ressaltou que o objetivo é apenas a apresentação de músicas populares entre o público britânico. O caso tem ganhado contornos políticos e de segurança pública, com debates sobre entrada no país.

Parágrafo sobre contexto: West já se afastou de apresentações no Reino Unido desde 2015, quando se apresentou no Glastonbury. A polêmica envolve críticas de MPs e de organizações judaicas, além de ministros do governo britânico avaliarem restrições de visto.

Reação política e desdobramentos

Ministros aparecem entre os críticos; Bridget Phillipson disse que West não deveria entrar no país devido aos seus ataques antissemitas. O premiê Keir Starmer classificou a decisão como preocupante, destacando o histórico de declarações do artista. Ed Davey, líder Liberal Democrata, pediu que o governo proíba a entrada de West.

Patrocinadores e impactos financeiros

Pepsi e Diageo anunciaram a retirada do patrocínio do festival em resposta à confirmação da participação de West, que foi anunciado como headliner para as três noites. A PayPal, parceira de pagamentos do evento, informou que não aparecerá em materiais promocionais futuros.

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