- Bruce Springsteen abriu a turnê Land of Hope and Dreams em Minneapolis, com o público presente no Target Center e o show começando em escuridão.
- O artista pediu aos fãs para escolherem esperança, democracia e o Estado de direito, acusando a administração atual de corrupta, incompetente, racista e traidora.
- O show incluiu o rugido de “War” com a participação especial de Tom Morello, seguido de “Born in the U.S.A.” e um aceno à causa da anulação de políticas de cidadania.
- O repertório mesclou clássicos e temas políticos, com apresentações de “Youngstown”, “Murder Incorporated”, “American Skin (41 Shots)” e “Long Walk Home”.
- O bis teve cover de Prince, a retirada de “Rosalita” e encerramento com “Chimes of Freedom” de Bob Dylan, reforçando uma mensagem de resistência e esperança.
Bruce Springsteen abriu a tour 2026 Land of Hope and Dreams em Minneapolis em meio a declarações políticas contundentes. O astro afirmou que a América que ele ama está sob uma administração corrupta, incompetente, racista, temerária e traidora. O público lotou o Target Center.
Antes da primeira nota, Springsteen pediu uma oração pelos militares no exterior e destacou a defesa de ideais democráticos, da Constituição e de promessas americanas. Em seguida, a banda surgiu na penumbra e o show começou com uma mensagem direta de resistência.
A apresentação teve participação especial de Tom Morello. O set começou com a performance de War, famosa crítica social, e seguiu com Born in the U.S.A., associada a ações judiciais recentes sobre cidadania por nascimento. O momento gerou forte comoção no público.
Durante a apresentação de Born in the U.S.A., o cantor pediu aos fãs que se unissem em defesa da democracia e do estado de direito, entoando palavras de protesto contra a corrupção. O coro ecoou pela arena sem intercorrências de vaias.
Entre canções, o músico relembrrou marcas da carreira, com passagens de Youngstown, Murder Incorporated e American Skin (41 Shots). Morello retornou para tocar em American Skin, e retomou para Long Walk Home, considerado um pedido de reflexão sobre o país.
Em momento alto, Springsteen fez uma leitura política durante My City of Ruins, chamando o público a resistir e exigir justiça. A música ganhou interpretação gospel e reforçou a narrativa de defesa de valores democráticos diante de tempos difíceis.
O set contou ainda com House of a Thousand Guitars em versão acústica, seguida de My City of Ruins na versão com banda. O repertório encerrou o show principal com Badlands e Land of Hope and Dreams, antes de os fãs verem um encore variado.
Para o bis, o grupo trouxe um cover surpresa de Purple Rain, dedicada ao artista Prince, com Morello e Nils Lofgren em solo decisivo de guitarra. A apresentação terminou com uma nota de esperança anunciada pelo artista aos fãs.
O local recebeu elogios pela organização e pela resposta às declarações políticas do famoso músico. A turnê segue por as próximas oito semanas em cidades americanas, promovendo uma passagem que mescla música e posicionamento social.
Entre na conversa da comunidade