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Bruce Springsteen critica Trump na abertura da turnê: ele não aguenta a verdade

Bruce Springsteen abre a turnê nos EUA com tom político, criticando Trump e convocando o público a lutar pelos valores americanos

Bruce Springsteen performs during a 'No Kings' protest on March 28, 2026 in St. Paul, Minnesota.
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  • Bruce Springsteen abriu a turnê Land of Hope and Dreams Tour com a E Street Band, em Minneapolis, na noite de terça-feira, 31 de março.
  • O show incluiu o cover de War, de Edwin Starr, e um setlist com clássicos como Born in the U.S.A. e The Rising.
  • Em trecho do show, o músico criticou o governo de Donald Trump, chamando o público a “lutar pela América que amamos” e dizendo que vivemos “tempos muito sombrios”.
  • Springsteen afirmou que o Departamento de Justiça perdeu independência e criticou a atuação do Procurador-Geral, citando influências da Casa Branca.
  • O artista mencionou a suposta remodelação de instituições culturais e históricas dos Estados Unidos, acusando tentativas de “em branco” a história, incluindo a escravidão.

Bruce Springsteen atuou em Minneapolis na noite de estreia da turnê Land of Hope and Dreams, com a E Street Band. O show ocorreu na terça-feira, 31 de março, no Target Center, nos EUA. O início contou com uma versão de War, clássico de Edwin Starr, que abriu espaço para um setlist de músicas de Born in the U.S.A. e The Rising.

Na apresentação, o músico fez intervenções políticas durante a apresentação. A plateia foi chamada a se manter atenta aos valores do país, em meio a críticas ao atual momento político. A performance manteve o tom contundente ao longo da noite, conforme relatos de cobertura.

De acordo com a Variety, Springsteen afirmou que atravessamos tempos sombrios e que os valores democráticos enfrentam desafios sem precedentes. O artista também criticou a independência da Justiça e mencionou a atuação do governo em relação ao Ministério da Justiça.

O relatório do Minnesota Star Tribune descreve ainda que o cantor abordou mudanças institucionais e o papel de museus na memória histórica. Segundo a matéria, houve menção à suposta pressão sobre instituições culturais para revisitar a história da escravidão.

A cobertura ressalta que o encontro reforçou a ideia de que a turnê terá um viés político e atual, conforme entrevistas prévias do artista sobre a finalidade do projeto. A estreia ocorreu em um contexto de debates nacionais sobre políticas e valores.

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