- Charlie Puth falou à Rolling Stone que a carreira dele tem sido “quase uma década de perseguir o rabo”, refletindo sobre o estilo e a imagem pessoal.
- O álbum Whatever’s Clever é apresentado como o reboot mais pessoal dele, com confiança contagiante e foco em melodias cativantes.
- O trabalho foi produzido com BloodPop, explorando pastiche pop alegre e oferecendo uma janela para o lado emocional do artista.
- A faixa de abertura, Changes, traz temas sobre mudanças na vida, com teclado dos anos oitenta, coral gospel e piano de Bruce Hornsby na ponte.
- Outras faixas, como Beat Yourself Up, mantêm um tom sofisticado de pop, trazendo referências a Scritti Politti e Swing Out Sister.
Charlie Puth lança Whatever’s Clever, descrito em entrevista recente à Rolling Stone como o reboot de sua carreira. O artista afirma que o novo álbum representa o que ele tem de mais pessoal e essencial artisticamente. A publicação destaca a maturidade do trabalho.
O disco, produzido com BloodPop, aposta em pop pastiche com instrumentação cintilante. Segundo a matéria, há selo de confiança sonora e uma exploração mais direta de experiências do artista. O resultado é apresentado como uma guinada criativa.
Sobre o álbum
“Changes” abre o álbum com teclados de vibe dos anos 80, coro gospel e referências a melodias marcantes. A faixa busca transmitir otimismo diante das mudanças da vida. Em “Beat Yourself Up”, a estética sofistica pop remete a produtores clássicos.
A obra traz letras que abordam alegria, superação e gratidão pela vida. O tom geral é de reflexão sincera sobre o tempo e as escolhas. O repertório é descrito como uma amostra da evolução musical de Puth.
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