- A cantora francesa Oklou, cujo nome de nascimento é Marylou Mayniel, lançou o álbum de estreia como Oklou, Choke Enough, produzido por A. G. Cook, Danny L Harle e Casey MQ.
- Ela se tornou mãe, lançou uma edição deluxe do álbum com participação de FKA Twigs e fez turnês pelo mundo.
- Hoje, Mayniel vive no interior da França e comenta estar aproveitando um tempo de pausa para cuidar do filho e da casa.
- A música de Choke Enough é descrita como sonoridade onírica com sintetizadores etéreos e letras fragmentadas, explorando emoções intensas sem insistir na intensidade física; a artista também aborda uma visão feminista.
- Em 2025, Mayniel participou do programa de rádio NTS, apresentando o episódio “Choke Soundscape” com inspirações variadas, entre elas Vashti Bunyan, Roches, Tears for Fears e Yung Lean.
Oclou, cantora francesa, divulga detalhes sobre seu álbum de estreia como Oklou, *Choke Enough*, lançado no ano anterior. A obra combina glitch pop e toques futuristas, consolidando-a como destaque da música experimental. A divulgação aponta também para a vida pessoal recente da artista.
Marylou Mayniel, de 32 anos, atingiu novos patamares ao se tornar mãe, lançar uma edição deluxe do álbum com participação de FKA Twigs e iniciar turnê mundial. Em intervalo entre compromissos, a artista foi atraída por um café na zona rural da França, onde vive, buscando silêncio e descanso.
Mayniel atua desde a infância, com formação clássica em piano e violoncelo e passagem pelo conservatório. O projeto musical ganhou contornos mais definidos a partir de 2013, com álbuns e mixtapes acumulando experiência que culminou em *Choke Enough*.
O som e a visão por trás
Produzido por A.G. Cook, Danny L Harle e Casey MQ, o álbum exibe uma estética azulada e enevoada, mesclando sintetizadores dançantes a uma pegada lúdica. A artista insiste que o material não busca ser apenas entretenimento, mas uma expressão de emoções intensas sem apelo físico.
Mayniel comenta que a ideia central envolve liberdade de expressão feminina sem necessidade de confronto com o público masculino, propondo abordagens diferentes e mais suaves para comunicar sentimento. A proposta envolve incorporar energia infantil como forma de conexão emocional.
Na prática, a cantora utiliza linguagem fragmentada e gibberish em inglês sobre as batidas instrumentais, mantendo uma relação cuidadosa entre sons e palavras. Ela afirma que cada escolha sonora tem um motivo ou função dentro das composições.
Sobre o futuro, a artista diz não buscar uma “nova era” explícita, defendendo que inovação pode ocorrer sem abruptas mudanças de estilo. O foco, segundo ela, está em caminhos que tragam subtileza e tranquilidade à produção musical.
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