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Audrey Hobert demonstra segurança em suas ações

Audrey Hobert lança o debut solo, “Who’s The Clown?”, após coescrever hit de Gracie Abrams, consolidando sua voz autoral na pop contemporânea

Audrey Hobert
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  • Audrey Hobert, 26 anos, é cantora e compositora que coescreveu “That’s So True”, de Gracie Abrams, chegando a 1,6 bilhão de streams no Spotify.
  • Assinou um acordo de publishing básico para receber remuneração justa, pouco antes do cancellation de uma série da Nickelodeon em que trabalhava.
  • Seu álbum de estreia, Who’s The Clown?, tem 12 faixas e mescla humor autocrítico com confissão emocional, destacando o processo de escrita solo.
  • faixas-chave incluem “Bowling Alley” (dúvida entre sair ou ficar), “Chateau” (reação a encontros em Los Angeles) e “Thirst Trap” (obsessão por alguém), com sonoridade pop e referências teatrais.
  • Atualmente em turnê europeia, Hobert diz buscar novos caminhos criativos sem se prender a rótulos, bebendo de influences como SZA, Taylor Swift e MJ Lenderman.

Audrey Hobert, cantora e compositora de 26 anos, emerge como coautora de um grande hit da cantora Gracie Abrams, e segue apresentando uma sequência de músicas solo que já chamam atenção pelo estilo pop autobiográfico. O percurso começou a ganhar força pouco antes de seu primeiro álbum, revelando uma trajetória impulsionada pela escrita desde a juventude.

Formada em escrita dramática pela Tisch School of the Arts, Hobert chegou a trabalhar como roteirista na Nickelodeon antes de se dedicar integralmente à música. A parceria com Abrams, iniciada em pouco tempo de convivência, resultou em uma das faixas mais populares de Abrams, marcada pelo ritmo acelerado de guitarra e letras ágeis. O impulso para uma carreira solo surgiu quando Hobert começou a escrever sozinha, passando longos períodos em sessões de composição.

O primeiro álbum, intitulado Who’s The Clown?, traz 12 faixas que flertam com o tônus bem-humorado e reflexivo de situações típicas de juventude. Entre os temas, destacam-se vulnerabilidade, a busca por identidade e as pressões de se manter relevante no cenário pop. A faixa Bowing Alley ilustra dilemas sobre escolhas sociais, enquanto Chateau observa encontros na Califórnia com ceticismo e humor sutil. Outra música, Thirst Trap, fecha com um solo de saxofone, reforçando a mistura de humor e desconforto emocional.

A obra demonstra uma busca por originalidade dentro do pop, evitando o vitimismo e privilegiando narrativas autobiográficas com humor e autocrítica. Hobert cita influências de artistas que ampliam a percepção de estruturas musicais e letras, como SZA, Taylor Swift e MJ Lenderman, buscando compor de modo que cada canção seja uma expressão pessoal única. A artista está atualmente em turnê europeia, com planos de novos trabalhos no futuro, mantendo firme a intenção de explorar novas formas de expressão dentro de uma base pop bem estruturada.

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