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Moby critica letras de Lola dos Kinks em playlist honesta

Moby critica Lola, da Kinks, por letras consideradas transfóbicas, destacando a controvérsia entre legado musical e linguagem atual

Moby … ‘I understand if this is the end of my career, but I am a secret Céline Dion fan.’ Photograph: Lindsay Hicks
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  • Moby compartilha uma playlist honesta, com memórias, escolhas de karaokê, músicas que o marcaram e momentos da carreira, tudo em tom objetivo.
  • A primeira música de que se apaixonou foi I Fought the Law, da banda The Clash, ouvida repetidamente em um Dictaphone.
  • O primeiro single comprado foi Convoy, de CW McCall, por 1 dólar, em Bradley’s discount store, em Connecticut; ele ouviu a faixa 40 vezes seguidas.
  • Lola, do grupo The Kinks, é a faixa que ele não consegue mais ouvir por lyrics considerados grosseiros e desatualizados.
  • O novo álbum de Moby, Future Quiet, já está disponível, trazendo referências a faixas como I Feel Love, de Donna Summer, que ele trata como mudança na vida.

Moby revelou detalhes de sua playlist HONESTA, destacando canções que marcaram sua trajetória como DJ e multi-instrumentista. O músico comenta aspectos de memórias, gostos pessoais e reações a composições que, segundo ele, permanecem relevantes ou provocativas. O conjunto reúne desde descobertas na rádio até escolhas para festas e momentos íntimos.

Entre as lembranças, ele descreve a primeira música que amou ao gravar faixas em um Dictaphone herdado do avô, seguido pelo single que mais comprou na juventude. Também comenta pactos de palco: músicas de karaokê que não repetiria e letras que aprendeu de cor ao longo dos anos.

A seleção inclui ainda canções que não consegue ouvir mais, por oposição a temas considerados problemáticos, e itens que mantém em segredo, embora apreciados. O artista afirma que algumas faixas, como determinadas escolhas de Donna Summer e John Cage, moldaram sua visão sobre música eletrônica e performance.

No conjunto, aparecem memórias de discotecas novaiorquinas e momentos de reação da plateia, bem como canções que o público pode não associar a ele. O texto aponta ainda bem-humorados apontamentos sobre trilhas sonoras para festas e para momentos de maior intimidade musical.

Encerrando o que chama de curadoria pessoal, Moby cita músicas que, para ele, se conectam a grandes mudanças em sua vida e à forma como enxerga a evolução do som. O lançamento do novo álbum Future Quiet marca o retorno do artista ao cenário musical.

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