- Otto, cantor pernambucano, mistura pop, rock, eletrônica e ritmos tradicionais; ele diz não ser frequentemente convidado para festivais, apesar do perfil da sua música.
- Ele participa do Festival Músicas do Mundo (FMM) em Sines, Portugal, entre 17 e 25 de julho, e ressalta que atua lá fora.
- No Manguebeat dos anos noventa, integrou Chico Science & Nação Zumbi e Mundo Livre S/A; seu álbum de estreia, Samba pra Burro (1998), é considerado marco da carreira.
- A percussão é marca forte de Otto, que começou a tocar aos 12 anos e cita Martinho da Vila como inspiração instrumental.
- O próximo álbum solo de inéditas terá o título grafado Oπo, com parcerias de Hyldon, Michael Sullivan e Marcos Valle, com lançamento previsto até o fim do ano.
O cantor, compositor e percussionista Otto lamenta não ser chamado para festivais, apesar de seu repertório pop-rock influenciado por ritmos tradicionais. Em entrevista à CartaCapital, ele diz que sua música é pop e rock and roll, mas acredita que escolhas políticas incomuns o afastam de convites para festivais.
Otto já participou ativamente do Manguebeat no Recife nos anos 1990, integrando Chico Science & Nação Zumbi e Mundo Livre S/A. Seu primeiro álbum solo, Samba pra Burro (1998), é considerado inovador pela fusão de música eletrônica, percussão e elementos do rock.
Festas internacionais e novo álbum
O músico tem presença marcada no Festival Músicas do Mundo (FMM), em Sines, Portugal, entre 17 e 25 de julho. Além de atuar fora do Brasil, ele prepara o oitavo álbum solo, com o título grafado Oπo, que pode ser lido como ópio.
Parcerias de peso
O novo trabalho terá parcerias com mestres da música, entre eles Hyldon, Michael Sullivan e Marcos Valle. Otto descreve essas colaborações como influências de seus ídolos. A previsão é de lançamento até o final do ano, conforme as primeiras informações.
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