- Neurosis lançou, sem anúncio prévio de reunião formal, seu 12º álbum, An Undying Love for a Burning World, o primeiro em uma década.
- O trabalho marca a chegada de Aaron Turner, líder do Sumac e ex-Isis, à nova formação da banda.
- A banda afirma que não houve reunião nem separação: gravam com o lineup atual e farão a estreia ao vivo em julho, no festival Fire in the Mountains, na região da nação Blackfeet.
- O disco foi registrado em Seattle, com Scott Evans (Kowloon Walled City, Sumac) durante três finais de semana no Studio Litho.
- O novo lineup sucede a saída de Scott Kelly em 2019, após ele admitir abuso; Roeder (baterista) participa do álbum, mantendo a base já presente em Fire Within Fires.
Neurosis anunciou uma espécie de reunião após anos de incerteza. A banda divulgou o novo álbum com uma formação diferente, sem confirmar ser uma reunião formal. Em 2019, Scott Kelly deixou o grupo após admitir abusos; desde então o grupo não havia se pronunciado sobre os caminhos futuros.
O 12º álbum da banda, An Undying Love for a Burning World, já está disponível em streaming e com pré-venda de formatos físicos. A novidade é a entrada de Aaron Turner, conhecido por Sumac e Isis, como vocalista e guitarrista. A produção ocorreu em Seattle, no Studio Litho, em três fins de semana.
A Neurosis afirma que a decisão não representa um retorno à formação anterior, mas sim uma evolução. O guitarrista e baterista atual trabalham com a mesma equipe de Fire Within Fires, exceto pela saída de Kelly. A gravação incluiu Scott Evans, colaborador de Kowloon Walled City e Sumac.
Turner celebrou a oportunidade de integrar o grupo. Em nota, ele disse ter acompanhado a banda há mais de 30 anos e descreveu a experiência como uma honra. Ele revelou que a sonoridade singular do Neurosis continua a inspirá-lo.
A apresentação ao vivo mais recente, marcada para julho, será no Fire in the Mountains, na região da nação Blackfeet, em Montana. O lineup incluirá também Sixteen Horsepower em reunião, Between Two Worlds e Baroness.
Steve Von Till, vocalista e guitarrista, tem atuação ligada ao Firekeeper Alliance, organização que atua na reserva para discutir saúde mental. A banda destaca que o retorno ocorre em um momento de tensão social, buscando catharsis por meio de seu som.
O novo disco traz dez faixas, entre elas We Are Torn Wide Open e Mirror Deep, com a proposta de manter o peso emocional característico do grupo. O lançamento chega em meio a discussões sobre saúde mental e uso da música como apoio comunitário.
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