- Direitos sobre o nome, imagem e semelhança de Tina Turner, além da maioria dos direitos de suas músicas, foram vendidos à Pophouse Entertainment, segundo a Associated Press.
- A Pophouse também ficou com participação majoritária no catálogo musical de Turner junto à gravadora BMG; os termos da aquisição não foram divulgados.
- A CEO da Pophouse, Jessica Koravos, disse que a artista foi escolhida pela presença visual e pela energia de palco; a empresa atua com avatares digitais e experiências imersivas.
- A empresa pretende consolidar o legado de Turner e sinalizou planos de projetos que repliquem, em parte, sua presença no palco; um anúncio deve chegar nos próximos seis meses.
- O espólio de Turner foi informado e participou das conversas, mas não é contraparte na transação.
Pophouse Entertainment anunciou a aquisição dos direitos da imagem, do nome e do likeness de Tina Turner, bem como a maioria dos direitos sobre seu catálogo musical, da BMG. A operação coloca a empresa ao lado de ABBA, com Björn Ulvaeus como cofundador, entre os compradores.
A empresa informou, via CEO Jessica Koravos, que o interesse em Turner decorreu de sua presença visual marcante e da energia de palco que cativou ao longo da carreira. Pophouse trabalha com avatares digitais e experiências imersivas e avalia projetos que possam reproduzir esse impacto.
Koravos afirmou que o objetivo é consolidar o legado de Turner. Não houve confirmação sobre a criação de um avatar da artista, mas a executiva indicou que haverá um anúncio sobre planos nos próximos seis meses. O espólio de Turner participou das conversas, sem atuar como contraparte na negociação.
Contexto da operação
- A aquisição envolve direitos de imagem e nome de Tina Turner, falecida em 2023, além da maior parte dos direitos sobre o catálogo musical.
- A transação não teve valores divulgados pela empresa.
- A participação de Turner no negócio foi informada aos representantes, sem caracterizar interferência direta no acordo.
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