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Bastidores da música dos Oscars 2026

Bearden comanda ensaios da orquestra dos Oscars, revisando dezenas de peças e preparando performances de canções originais e o segmento In Memoriam

Oscars music director Michael Bearden conducting the orchestra during pre-rehearsals for the 98th annual ceremony.
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  • Seis dias antes da 98ª cerimônia, o diretor musical Michael Bearden comanda ensaios ao vivo da orquestra no Eastwood Scoring Stage, em Los Angeles, passando por cerca de vinte trechos em trinta minutos.
  • O programa é dinâmico: Bearden descreve que o conjunto trabalha em um “alvo móvel” que continua a evoluir nos dias que antecedem o show.
  • As performances de canção original voltam neste ano, com duas indicadas: I Lied to You, de Sinners, e Golden, de KPop Demon Hunters; ele coordena com os intérpretes para torná-las grandiosas sem perder a essência.
  • A seleção depende de autorizações para usar as músicas na transmissão; se não houver permissão, é preciso substituir por outra faixa.
  • O In Memoriam também terá momentos musicais arranjados por Bearden, com escolhas mantidas em sigilo; o objetivo é honrar quem partiu, movendo emocionalmente o público, como ele diz: “vamos mover algumas almas.”

Michael Bearden está de volta para conduzir a parte musical da cerimônia do Oscar 2026. A preparação ocorre no Eastwood Scoring Stage, nos estúdios Warner Bros. em Los Angeles, seis dias antes do evento, com uma orquestra ao vivo para ensaios de músicas de passagem e de entrada/saída. A produção busca definir o tom sonoro da noite.

Bearden comanda uma seleção de cerca de 20 peças em 30 minutos de ensaio, demonstrando versatilidade entre eras e gêneros. O maestro orienta a orquestra com um ritmo que pode oscilar, buscando cravar trechos emocionantes que conectem o público ao espetáculo.

Aos fãs de prêmios, destacam-se as performances de Melhor Canção Original deste ano. Dois temas concorrem: I Lied to You, de Sinners, e Golden, de KPop Demon Hunters. Bearden trabalha diretamente com os intérpretes, buscando uma apresentação grandiosa sem comprometer a identidade de cada artista.

Tanto autorias quanto aprovações de executação aparecem como entraves na produção. Os músicos precisam de autorização para executarem as canções na transmissão, o que nem sempre ocorre. Quando a escolha não recebe liberação, a equipe substitui por outra faixa compatível, mantendo o timing da transmissão.

Outro ponto relevante envolve o tempo reservado para as transições antes dos intervalos comerciais. Bearden seleciona trechos que mantenham a emoção do público e que já sejam reconhecíveis, mesmo com a edição de poucos segundos. A ideia é manter a essência da música durante a passagem rápida para a rodada seguinte.

Entre as novidades, está o segmento In Memoriam, cuja trilha foi criada por Bearden. As escolhas permanecem em sigilo, mas o maestro adianta que houve cuidadosa colaboração entre sua equipe e a organização para homenagear figuras falecidas no último ano, entre elas nomes de referência no cinema.

Ao longo dos dias de ensaio, podem ocorrer ajustes finais, porém o objetivo permanece: proporcionar uma experiência musical capaz de tocar o público. Bearden sintetiza a visão de que a música é uma forma poderosa de linguagem e incentiva os artistas a chegarem ao palco com espírito de grandeza, sem perder a autenticidade de suas performances.

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