- Mileide Mihaile ainda não foi confirmada como rainha de bateria da Unidos da Tijuca, apesar da aclamação do público no último Carnaval.
- O Extra aponta impasse financeiro nos bastidores, com o presidente Fernando Horta querendo quase R$ 500 mil pelo cargo.
- Em 2026 Mileide não desembolsou nenhum valor pelo posto; o convite partiu de um empresário que investiu R$ 390 mil na escola para indicar uma candidata.
- Para 2027, o presidente permanece irredutível sobre a venda do cargo e fixa quase R$ 500 mil para a volta da rainha.
- Enquanto Mileide não se posiciona, o presidente já negocia com outras candidatas e recebeu propostas de interessadas.
A Unidos da Tijuca pode ter Mileide Mihaile afastada do cargo de rainha de bateria. Segundo o jornal Extra, o presidente da escola reserva um pagamento próximo a meio milhão de reais para quem ocupar a função.
Mileide ainda não foi anunciada como rainha de bateria da agremiação, apesar da comoção do público no último Carnaval. A reportagem aponta um impasse financeiro nos bastidores como motivação do atrito.
Para 2026, Mileide não desembolsou recursos pelo posto. O convite partiu de um empresário que investiu cerca de R$ 390 mil na escola, tendo direito de indicar uma candidata ao cargo.
Em 2027, o presidente Fernando Horta mantém posição firme: pretende vender o posto apenas mediante um pagamento de quase R$ 500 mil para a rainha retornar ao posto. Mileide não confirmou participação na negociação.
Enquanto isso, Fernando Horta já negocia com outras candidatas e recebeu propostas de interessados, segundo o Extra. A situação mantém a disputa pelo posto de rainha de bateria sob tensão.
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