- Leo Sayer, estrela dos anos setenta, teve diversos hits e, com 77 anos, continua ativo e morando na Austrália.
- A carreira só poderia ter ido adiante sem problemas: foi assinado pelo empresário Adam Faith, que controlou finanças do artista; Sayer afirma ter sido enganado, resultando em acordo de £650 mil.
- Participou do Big Brother em 2007, saiu do programa após conflitos com a produção e incidentes envolvendo sua privacidade e roupas.
- Conta encontros com Muhammad Ali, Keith Moon e Elvis Presley; segundo ele, Elvis ligou para ele pedindo para se encontrar em Graceland, num episódio que descreve como marcante.
- Hoje está em turnê pelo Reino Unido, pretende lançar uma autobiografia e um novo álbum, mantendo o otimismo sobre o retorno à carreira.
Leo Sayer abre o jogo sobre décadas de carreira, encontros marcantes e controvérsias na indústria musical. A entrevista, conduzida por videochamada, traz relatos sobre colegas como Muhammad Ali, Keith Moon e Elvis Presley, além de momentos polêmicos na vida do artista.
O artista, hoje com 77 anos e residente na Austrália, rememora o auge dos anos 70, quando teve dois hits no topo dos EUA com You Make Me Feel Like Dancing e When I Need You. Ele também comenta sobre o começo da carreira e a mudança de nome artístico, de Gerard para Leo.
Sayer narra a relação com o empresário Adam Faith, que o lançou na juventude. Segundo ele, a parceria o deixou exposto a decisões financeiras questionáveis e a contratos que não lecionaram plenamente sobre direitos e ganhos. O artista afirma ter assinado procurações que depois notou serem abusivas.
A história envolve disputas legais envolvendo a gestão de seus ganhos e a cobrança de comissões. Em relatos, ele descreve ter feito acordo extrajudicial de 650 mil libras para encerrar litígio com Faith, que morreu em 2003. A entrevista aponta que o desfecho não encerrou completamente as disputas pessoais.
Entre episódios de bastidores, Sayer fala sobre sua passagem pelo reality show Big Brother, em 2007, com desentendimentos que resultaram em sua saída do programa. Ele descreve a experiência como emocionalmente desafiadora, associada a restrições de participação e controvérsias internas.
Outro ponto da conversa envolve um suposto contato com Elvis Presley. O artista descreve uma ligação recebida de alguém que se apresentou como Elvis, em cenário narrado com riqueza de detalhes. A história ganhou confirmação parcial ao longo dos anos, com relatos de encontros posteriores envolvendo outros nomes da indústria.
Além dessas lembranças, o músico comenta sobre a vida fora dos palcos. Ele está em segundo casamento com Donna, com quem convive há cerca de quatro décadas, e planeja nova turnê pelo Reino Unido. A ideia de publicar uma memória autobiográfica e lançar um novo álbum também foi mencionada, sem confirmação final.
Trajetória musical e influências
Sayer relembra a fase de maior projeção comercial, marcada pela composição de letras e pela influência de ícones da música negra. Ele compara, de forma contida, a qualidade de voz a referências como Smokey Robinson, Otis Redding e a essa energia que frequentemente atraía atenção da imprensa.
Controvérsias e aprendizados
O artista descreve momentos de ingenuidade na gestão de carreira e reconhece erros no trato com contratos. Ele afirma ter sido pego de surpresa por decisões que impactaram suas finanças e decidiu seguir adiante, mesmo diante de dificuldades.
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