- William Clark Green lançou o sétimo álbum de estúdio, Watterson Hall, com quatorze faixas, todas coescritas por ele com Gary Stanton, Sean McConnell e Logan Wall, que também o produziu.
- O single atual, “Where the Wild Things Are”, ficou grande parte de fevereiro entre as cinco primeiras do Texas Country Music Chart.
- O título do álbum vem de Watterson Hall, um salão de dança real próximo a Bastrop, no Texas, onde Green passa as festas com a esposa; o local funciona como referência emocional para o trabalho.
- A faixa “Man on the Moon” apresenta uma pegada mais pop, escrita em Los Angeles com Justin Glasco, Sean Van Vleet e Joe Walker, destacando a experimentação de Green fora de sua zona de conforto.
- A turnê de divulgação inclui o Cottonfest, em Cook’s Garage, Lubbock, nos dias vinte e seis e vinte e sete de junho, além de shows de apoio à Treaty Oak Revival na primavera; Green completa quarenta anos em maio.
William Clark Green lançou o sétimo álbum de estúdio, Watterson Hall, marcado por uma virada criativa que foge do eixo tradicional da country music. O trabalho foi produzido em parceria com Logan Wall e traz onze faixas coescritas por Green e um conjunto de colaboradores. A sonoridade oscila entre country tradicional e experimentações pop, com toques de piano, guitarra elétrica e violino.
Watterson Hall ganhou o próprio nome a partir de uma casa de dança real perto de Bastrop, Texas. O artista revela que o local inspira o espírito do disco: um espaço antigo, com regras rígidas e público diverso, onde ele encontra a atmosfera para a temática do álbum.
Detalhes de produção
O disco tem 14 faixas e foi coescrito com Gary Stanton, Sean McConnell e Logan Wall, este último também responsável pela produção. A faixa de divulgação, Where the Wild Things Are, tem alcançado posição de destaque na Texas Country Music Chart, refletindo boa aceitação regional.
Um dos temas mais marcantes, Man on the Moon, surge com fusões de melodias pop e arranjos de percussão pesada, teclados e vocais de apoio. A faixa demonstra a disposição de Green em ultrapassar seu extremo conforto lírico e musical.
Viagens entre LA e Nashville
Green descreve a experiência de compor em Los Angeles como um impulso criativo, com músicos locais dispostos a sair da zona de conforto. A colaboração com compositores de LA contrastou com a rotina de Nashville, abrindo novas possibilidades para o artista.
A divulgação da turnê de Watterson Hall já teve início, com apresentações programadas para o verão. Entre os destaques, está o Cottonfest, em Lubbock, nos dias 26 e 27 de junho, com a participação de Flatland Cavalry e 49 Winchester.
Parcerias e próximos passos
Além de seu próprio projeto, Green tem reforçado parcerias com Treaty Oak Revival, com quem coescreveu West Texas Degenerate. A faixa entrou como título do último álbum da banda, fortalecendo a relação entre os artistas.
Durante a primavera, Green deverá abrir shows para Treaty Oak Revival em vários palcos de renome, incluindo arenas grandes. Em Fort Worth e Houston, a proximidade entre fãs de Green e Treaty Oak tem sido destacada como um ponto positivo da colaboração.
Perspectivas
O cantor está com o foco em reduzir o número de shows anuais, já que aguarda a chegada de mais um filho. Mesmo assim, Green mantém o ritmo de apresentações e festivais, ampliando a visibilidade de seu trabalho e ampliando a relação com o público que acompanha a trajetória de décadas.
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