- Devon Gilfillian lança o álbum Time Will Tell, que chega em 26 de junho pela Concord, gravado no RCA Studio A, em Music Row.
- Ele afirma que o disco não é típico de Music Row e que mistura Nashville com Philly soul e psicodelia, buscando um som mais “weird”.
- O novo trabalho, que sucede Love You Anyway (2023), traz influências de country e soul dentro do estreito da Americana soul.
- Em entrevista ao podcast Nashville Now da Rolling Stone, ele fala sobre a dificuldade de espaço para artistas negros em Nashville, apesar de avanços como Beyoncé abrindo portas no gênero.
- A edição do podcast inclui a performance de Hold On (Hourglass); episódios aparecem toda quarta-feira.
Devon Gilfillian está lançando Time Will Tell, seu novo álbum, gravado no RCA Studio A, em Music Row, Nashville. O disco mistura potências do soul com influências de Americana e psicodelia. A produção destaca o apelo indie do artista.
O cantor e instrumentista de origem de Philadelphia busca ampliar o espaço de artistas negros na cena de Nashville. Em entrevista recente, ele defende a necessidade de portas mais abertas para a diversidade no gênero country e na música popular americana.
Time Will Tell chega em 26 de junho, pelo selo Concord. Gilfillian descreve o trabalho como uma fusão de nostalgia de Nashville com a alma de Philadelphia, mantendo identidade própria e sonoridade híbrida.
Sobre o processo criativo e o som
Em diálogo com a Rolling Stone Nashville Now, ele disse que quis ampliar as fronteiras do que é tradicional na cidade. O álbum traz country soul e experimentações que vão além do formato típico do Americana.
O repertório envolve influências do country, soul e rock psicodélico, com foco na expressão musical do artista. A ideia é oferecer uma leitura própria do que a cena norte-americana pode produzir.
Apresentação ao vivo e primeira divulgação
Durante o episódio do podcast, Gilfillian apresenta a faixa Hold On (Hourglass), em versão ao vivo. O trecho já está disponível no canal de YouTube da publicação, ampliando o alcance de divulgação.
O músico reforça o papel de Nashville na escrita do álbum, mas ressalta que o conceito não é restrito ao circuito tradicional da cidade. O objetivo é dividir o espaço com artistas diversos.
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