- A24 anunciou o biográfico de Ronnie Spector, Be My Baby, dirigido por Barry Jenkins, com Zendaya no papel; a cantora escolheu a atriz pouco antes de falecer em dois mil e vinte e dois.
- Outros projetos de biopics de mulheres em desenvolvimento incluem Janis Joplin com Shailene Woodley, Linda Ronstadt com Selena Gomez e Sister Rosetta Tharpe com Lizzo.
- Cass Elliot ganha My Mama, Cass, com Jessica Gunning, baseado no memoir de Owen Elliot-Kugell (filha de Cass); produção é da Veritas Entertainment e o filme está em desenvolvimento.
- Os projetos costumam levar anos e dependem de direitos de testamentos e das próprias famílias; a produção da Joplin teve crédito fiscal na Califórnia, mas a participação da família não está confirmada.
- A expectativa é que as obras se concentrem em momentos ou aspectos específicos da vida das artistas, em vez de biografias completas, evitando foco excessivo em relacionamentos.
A indústria de cinema também está voltando a valorizar as mulheres na música. Várias biopics de vocalistas e instrumentistas femininas estão em desenvolvimento, entre elas Ronnie Spector, Janis Joplin, Linda Ronstadt, Sister Rosetta Tharpe e Cass Elliot. A aposta é devolver o protagonismo às artistas.
Be My Baby, biografia de Ronnie Spector, terá Barry Jenkins na direção e Zendaya no papel da cantora. O filme adapta a memoire de 1990 da estrela do grupo The Ronettes, com lançamento ainda sem data.
Projetos em andamento
Shailene Woodley está associada ao filme de Janis Joplin, enquanto Selena Gomez deve interpretar Linda Ronstadt em outra produção. Lizzo poderá interpretar Sister Rosetta Tharpe, em projeto ainda sem título definitivo. Cass Elliot ganhará My Mama, Cass, com Jessica Gunning no papel principal.
Um ponto relevante é o andamento das negociações com estúdios e as licenças de música, comuns nesses casos. Em fevereiro de 2026, Cass Elliot ganhou confirmação de desenvolvimento, com Emma Forrest como roteirista e Veritas Entertainment na produção.
Detalhes e contextos
O mercado de biopics masculinos já mostrou apoio recente, com filmes sobre Dylan, Elvis e Elton John rendendo indicações ou prêmios. A tendência atual busca equilibrar o protagonismo, destacando trajetórias femininas na história da música.
Os projetos costumam levar anos para sair do papel, principalmente por disputas de direitos e aprovações de arquivos sonoros. As equipes envolvidas destacam a importância de retratar momentos-chave das artistas, sem reduzir a história a relacionamentos.
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