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Kesha critica Casa Branca por usar ‘Blow’ para incitar violência em TikTok

Kesha condena uso não autorizado de "Blow" pela Casa Branca em TikTok que incita violência e ameaça guerra

Kesha performs during the Wawa Welcome America Fourth of July Concert at Benjamin Franklin Parkway on July 4, 2024.
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  • Kesha criticou a Casa Branca por usar, sem autorização, a música “Blow” em um vídeo no TikTok.
  • O vídeo de fevereiro mostra jatos bombardeando um navio ao som da música, com a letra “This place about to blow”.
  • A legenda do perfil da Casa Branca no TikTok trazia a palavra “Lethality” com emojis de fogo e águia.
  • A cantora afirmou que não aprova o uso de sua música para promover violência ou guerra e pediu respeito à obra.
  • O texto também menciona que outros artistas já protestaram contra usos não autorizados de suas músicas, mas não há muitas opções para removê-los devido às regras de licenciamento.

Kesha acusa a Casa Branca de usar a música Blow para incitar violência e ameaçar guerra em vídeo no TikTok. A cantora afirmou nas redes sociais que não aprova a veiculação de sua faixa, lançada em 2010 no EP Cannibal, em conteúdo promovido pelo governo.

Segundo relatos, o vídeo questionado foi publicado em fevereiro no TikTok oficial da Casa Branca. Nele, a animação mostra jatos de guerra sobrevoando o céu e lançando uma bomba enquanto a letra da música aparece no momento em que diz “This place about to blow”.

A conta presidencial legendou o clip com a palavra Lethality, acompanhada de emojis de fogo e de águia. Kesha declarou que o uso da música para promover violência é desrespeitoso e repudiou a participação da faixa na promoção de qualquer tipo de violência.

A artista destacou que não dá consentimento para a veiculação de sua obra em conteúdos políticos. Em tom de mensagem pública, ela pediu que as pessoas se unam em defesa do respeito à vida humana, sem apoiar ações de incitamento ou ameaça.

A controvérsia se soma a uma lista de músicos que contestam uso não autorizado de canções em materiais promocionais ligados ao governo. Recentemente, bandas como Radiohead também cobraram remoção de conteúdos associando obras próprias a campanhas oficiais.

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