- The Music Blueprint é uma docuserie no YouTube que traz lições de Kaash Paige, The Sophs e DJ_Dave; as próximas duas partes, com Fancy Hagood e Shakey Graves, estreiam em 6 de março.
- Começar a gravar o máximo possível foi o ponto de partida de Paige, que começou na escola e contou com o apoio do pai para as gravações.
- Colocar a música em todos os canais disponíveis é essencial; de SoundCloud a TikTok e Instagram, a diversificação amplia o alcance.
- Quando o trabalho ganha tração, é importante montar a equipe certa, com um agente de booking, assistente, gestão financeira e advogado.
- Antes de assinar com uma gravadora, é recomendado consultar um bom advogado e analisar o contrato com cuidado.
Foram divulgados os dois primeiros trailers do documentário musical The Music Blueprint, da SXSW, que revela como artistas navegam a indústria em tempos de mudanças. A produção acompanha Kaash Paige, os Sophs e DJ_Dave, cada um contando estratégias para ampliar alcance e sustentabilidade na cena atual.
Os episódios disponíveis mostram caminhos distintos: Paige começou a gravar ainda no ensino médio, com apoio de familiares que tinham experiência no meio. O material também destaca a necessidade de manter a produção constante e a busca por oportunidades desde cedo, para construir uma base sólida.
A obra descreve como a artista diversificou canais de distribuição, indo além do Soundcloud e alcançando sucesso em plataformas como TikTok, além de enfatizar a importância de montar uma equipe competente para gestão de carreira, shows e finanças.
Lições-chave
A produção aponta a importância de iniciar a gravação de forma contínua e frequente, fortalecendo o portfólio desde cedo. A presença em várias plataformas é destacada como elemento de visibilidade e alcance.
Outra lição envolve estruturar a equipe de apoio assim que a trajetória decolar, com atenção a agentes, assistentes, gestão financeira e assessoria jurídica para orientar decisões contratuais.
O documentário reforça a ideia de que vale experimentar novas abordagens musicais, inclusive por meio de tecnologias emergentes, como a codificação ao vivo para performances e o uso criativo de ferramentas de IA.
Na linha de entrevistas, profissionais de marketing de tecnologia destacam que a IA pode ser integrada à produção musical sem eliminar o talento humano, desde que haja criatividade e objetivo artístico.
Por fim, a série encoraja artistas a identificar o que os torna únicos, mantendo autenticidade como elemento central para diferenciar-se no mercado.
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