- Micky Dolenz, último Monkee vivo, prestou tributo a Neil Sedaka após a morte do artista aos 86 anos, na sexta-feira.
- Sedaka foi um dos maiores nomes da pop nas décadas de sessenta e setenta, com hits como Oh! Carol e Breaking Up Is Hard to Do.
- Dolenz descreveu Sedaka como “um dos raros compositoras que podiam fazer tudo” e destacou canções co-escritas com Carole Bayer Sager, além de Rainy Jane para o álbum solo de Davy Jones.
- O Monkees teve trabalhos em comum com Sedaka, incluindo When Love Comes Knocking at Your Door, que ele co-escreveu com Sager.
- Dolenz relembrou um tributo de Sedaka ao memorial de Davy Jones em Los Angeles e enviou votos de força à família, amigos e fãs.
Micky Dolenz prestou homenagem a Neil Sedaka, que faleceu na sexta-feira aos 86 anos. Dolenz é o último remanescente dos Monkees e elogiou Sedaka como um compositor capaz de exercer múltiplos papéis na música. A notícia da morte chegou aos fãs e à indústria musical nesta semana.
O artista foi reconhecido por produzir sucessos pop nas décadas de 1960 e 1970, incluindo canções como Oh! Carol e Breaking Up Is Hard to Do. Dolenz lembrou ainda as colaborações que Sedaka teve com a banda, como a coautoria de When Love Comes Knocking at Your Door, e citou Rainy Jane, música gravada por Davy Jones em sua carreira solo.
Sedaka alcançou seu primeiro Top 10 em 1959 com Oh! Carol, seguido de clássicos como Calendar Girl e Happy Birthday Sweet Sixteen. O hit Breaking Up Is Hard to Do chegou ao topo das paradas em 1962, e Next Door to an Angel atingiu a quinta posição.
Na década de 1970, Elton John assinou Sedaka em seu selo e o álbum compilado Sedaka’s Back, lançado pela Rocket Records em 1974, ganhou certificação de ouro nos EUA. Em 1975 e 1976, Sedaka voltou ao topo do Billboard Hot 100 com Laughter in the Rain e Bad Blood, além de relançar Breaking Up Is Hard to Do em versão ballad.
Em entrevista publicada em 2006 pelo Ocala Star Banner, Sedaka discutiu a inspiração criativa que o cercava. Ele citou fontes como pessoas, lugares e emoções, destacando que as próprias letras passaram a nascer com maior autonomia, vindo de sua alma.
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