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Bill Callahan revela sua idade ao público

Bill Callahan revela que My Days of 58 é quase autobiográfico, discute paternidade, saúde recente e a colaboração com Noah Cyrus

Bill Callahan
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  • Bill Callahan lança o álbum My Days of 58, aos 59 anos, com canções que tratam de amadurecimento, paternidade e vida independente.
  • O compositor revela mudanças na forma de escrever, adotando maior autobiografia e emocionalidade nas novas músicas, gravadas com arranjos de bipartes de metais e cordas.
  • A parceria com Noah Cyrus surgiu após contato de um produtor; a faixa XXX foi gravada em Los Angeles e pode entrar em trabalhos futuros entre os dois.
  • As influências vão de Garland Jeffreys a Merle Haggard, e o conjunto conta com a participação de Jim White na bateria, além de arranjos de metais e cordas que dão um clima mais aberto.
  • Callahan também fala sobre saúde recente (diagnóstico de câncer de cólon em estágio inicial, cirurgia bem-sucedida) e sobre a vida em Austin, destacando a continuidade da carreira independente como principal eixo criativo.

Bill Callahan lança o álbum My Days of 58 e comenta idade, carreira e parcerias. O cantor disse à Rolling Stone que está num momento de maior abertura sobre si mesmo, mesmo mantendo o tom mínimo que marca seu trabalho. O lançamento ocorre no atual ciclo criativo dele.

A entrevista ocorreu por videoconferência, desde o estúdio em Austin, nos EUA. Callahan tem 59 anos e segue produzindo desde o final dos anos 80, com mudanças de nome artístico ao longo da carreira. O novo trabalho combina composições autobiográficas e arranjos mais soltos.

My Days of 58 chega em meio a mudanças na forma de abordagem do artista, que antes gravava sob o rótulo Smog. O disco traz referências de folk e country, com batidas de jazz e cordas, sob a produção de músicos como Jim White. A obra enfatiza maturidade, paternidade e expectativas conjugais.

Dueto com Noah Cyrus

A colaboração com Noah Cyrus resultou de uma indicação do produtor Richard Russell. A parceria levou à gravação de XXX em Los Angeles, com Cyrus participando de coescrita. A cantora trouxe uma presença vocal marcante ao estúdio, segundo Callahan.

Sobre o processo criativo e a saúde

Callahan descreve o álbum como fortemente autobiográfico, marcado por mudanças na vida pessoal, como a paternidade. O músico relatou ter passado por um tratamento de câncer de cólon em estágio inicial, concluído sem necessidade de quimioterapia, e revela a continuidade de atividades artísticas.

Influências e bastidores

O artista citou referências como Garland Jeffreys e Lou Reed como inspirações, além de mencionar sonhos e experiências recentes que moldaram faixas específicas. O que restou desta fase é uma produção mais direta, com letras abertas e humor sutil.

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