- Mike Ness, vocalista da Social Distortion, foi diagnosticado com câncer há alguns anos e afirma ter vencido a doença, o que influenciou o novo trabalho da banda.
- O novo álbum da banda, Born to Kill, traz temas de luta, sobrevivência e amor, refletindo a trajetória de Ness.
- Ness diz ter uma reação visceral ao ICE e critica as políticas da agência.
- O músico é fã de Tom Petty, citando-o como influência por meio da honestidade e da narrativa em suas músicas.
- Social Distortion continua a produzir música baseada nas experiências de Ness, mantendo o espírito punk autêntico.
Mike Ness, frontman da Social Distortion, revela em entrevista que superou um câncer e, mesmo diante da doença, trabalha no novo álbum da banda, intitulado Born to Kill. O relato reforça a continuidade do grupo após décadas de atividade.
Segundo Ness, o diagnóstico recente de câncer foi um marco que alterou sua visão sobre a vida e a música. A recuperação o motivou a manter a autenticidade e a intensidade que caracterizam o som da banda, segundo ele.
A estreia do novo trabalho também trouxe posições sobre políticas atuais. Ness expressa oposição firme a políticas de imigração, em especial em relação ao ICE, mantendo foco em críticas às ações da agência.
Influências, fãs e legado
Ness reforça que a música de Tom Petty influenciou seu modo de compor, valorizando honestidade e narrativa. O artista destaca a importância de manter a veracidade na criação musical e a ligação com o público.
A trajetória de Ness é apresentada como prova de resiliência e compromisso artístico. A Social Distortion continua em atividade, com foco em composições que refletem experiências pessoais e a identidade da banda.
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