- Willie Colón morreu aos 75 anos no sábado, conforme anunciado pela família.
- Rubén Blades dedicou uma página inteira ao colega no site e publicou um tributo no Instagram.
- O músico panamenho descreveu a relação complexa entre os dois, mantendo respeito pela parceria de seis anos e seis álbuns.
- O álbum Siembra (1978), criado com Colón, ficou no topo das listas de salsa e é um dos mais vendidos da história do gênero.
- Blades reconheceu divergências legais e políticas, mas destacou a importância da colaboração musical e encerrou reiterando carinho pela amizade.
Rubén Blades prestou tributo ao colega e amigo Willie Colón após a morte deste aos 75 anos, anunciada pela família no fim de semana. Blades informou a notícia publicamente e confirmou que escreverá mais sobre o legado musical de Colón em breve.
O cantor panamenho divulgou uma mensagem no Instagram em que expressa condolências à família de Colón e aos amigos, adiando comentários adicionais para um momento mais tranquilo.
Em um texto publicado no site oficial, Blades relembra a última vez que viu Colón, na despedida de Jorge “Georgie” González. Ele descreve um encontro cordial e uma conversa respeitosa entre ambos, diante de rumores sobre o relacionamento entre eles.
Legado e contribuição musical
Blades destaca a dupla com Colón como marco da salsa contemporânea dos anos 70, citando o álbum Siembra (1978), que liderou listas e se tornou um dos mais vendidos do gênero. O texto também aborda divergências contratuais e diferenças políticas que marcaram a relação.
Apesar das dificuldades, Blades afirma ter mantido respeito pela obra de Colón e pela parceria criativa. Ele ressalta a importância de ambos terem ajudado a levar a salsa a um alcance global, mantendo o foco no legado compartilhado.
Blades encerra a homenagem ressaltando que a parceria musical não se esgota com conflitos pessoais. O músico afirma que a memória de Colón permanece presente e que a colaboração contribuiu para a identidade cultural pan-americana.
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