- Brandi Carlile fez show lotado no Target Center, em Minneapolis, na turnê Human para promover Returning to Myself; o set teve 24 músicas.
- O show contou com a participação do grupo Singing Resistance e a música It’s Okay to Change Your Mind virou lema de protesto contra a presença do ICE na cidade.
- A apresentação foi transmitida globalmente e doou receitas à Advocates for Human Rights; já levantou mais de $600,000 e pode ser assistida por streaming até amanhã.
- Em entrevista à Rolling Stone, backstage, Carlile criticou a atuação do governo com imigração e disse que eleitores de Trump também podem mudar de ideia.
- Ela expressou esperança de que imigrantes recebam acolhimento e caminhos para imigração legal, apesar de considerar o ICE “teatro violento”.
Brandi Carlile encerrou sua apresentação em Minneapolis com uma mensagem clara sobre política e imigração, durante a turnê Human. O show beneficente, em apoio a Direitos Humanos, ocorreu no Target Center, com ingressos esgotados.
A cantora criticou a abordagem de ICE na cidade e disse que muitos eleitores de Trump podem mudar de ideia, desde que sintam Trump como responsável por ações agressivas. A performance teve participação de um grupo local de resistência chamado Singing Resistance.
O show, parte da turnê que promove o álbum Returning to Myself, durou 24 canções e foi transmitido globalmente. Parte das arrecadações foi destinada aos Advocates for Human Rights, totalizando mais de US$ 600 mil até o momento.
Contexto da apresentação
Carlile afirmou, backstage, que o governo federal não busca imigração legal e prefere ações duras. Ela ressaltou a possibilidade de mudança de opinião entre eleitores, mesmo entre apoiadores de longa data.
A artista criticou a violência institucional associada à política de imigração e pediu caminhos legais para imigrantes. Ela desejou acolhimento e reconheceu as contribuições de quem busca vida melhor no país, defendendo maior acesso a recursos e trânsito para tribunais de imigração.
Impacto e reação
Segundo o público, a noite gerou uma sensação de união entre milhares de fãs e moradores locais. Carlile descreveu o momento como uma forma de empoderamento coletivo, com a performance servindo como catalisador para diálogo público.
A reportagem segue acompanhando a repercussão do evento, incluindo doações, transmissões e possíveis desdobramentos políticos no contexto da imigração nos EUA. As informações são baseadas no relato pós-show da artista e na cobertura da Rolling Stone.
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