- Mumford and Sons lançou o sexto álbum, Prizefighter, com ênfase na vulnerabilidade e em colaborações de peso.
- O disco foi produzido por Aaron Dessner e combina hinos coletivos com momentos mais intimistas de folk.
- Convidados aparecem ao longo do álbum: Marcus Mumford com Chris Stapleton em Here; Hozier em Rubber Band Man (co-escrita com Brandi Carlile); Gracie Abrams em Badlands; Finneas co-escreveu Run Together.
- Faixas de destaque incluem The Banjo Song, Begin Again, Prizefighter e Alleycat, mantendo o som intenso de stomps mesclado a composições mais contidas.
- O material continua a trilha de Rushmere, buscando equilíbrio entre a força rítmica de antes e abordagens mais nuançadas de hoje.
Mumford and Sons lançou o sexto álbum, Prizefighter, mantendo o foco em vulnerabilidade e uma sonoridade que convive com momentos de piano e folk. Produzido por Aaron Dessner, o disco reserva um equilíbrio entre faixas de grande apelo e delicadas introspecções.
O repertório traz participações de nomes de peso que aparecem sem soar como mera ornamentação. Chris Stapleton faz dueto em Here, já Hozier aparece em Rubber Band Man, coescrita com Brandi Carlile. Gracie Abrams brinda com uma parceria suave em Badlands.
Entre as faixas, a banda preserva sua marca de stomp aliado a momentos mais intimistas. Run Together, co-escrita com Finneas, aposta em um bluegrass contemporâneo, enquanto o título Prizefighter e Alleycat remetem à gentileza arquitetada por influências de The National e Bon Iver.
Colaborações que marcam o álbum
O conjunto de convidados não é apenas chamariz: cada participação dialoga com o DNA da banda, ampliando temas de parentalidade, autocrítica e resiliência. Marcus Mumford explora a espiritualidade parental em Conversation With My Son (Gangsters and Angels), enquanto Shadow of a Man aborda falhas e demônios internos.
O resultado é um registro estável, com apelo comercial e um viés de vulnerabilidade que percorre o disco. A combinação de instrumentação de alto nível com letras centradas em introspecção reforça a identidade do grupo sem abrir mão de novas referências sonoras. Prizefighter se posiciona como uma passagem clara entre o stomp tradicional e uma estética mais contida.
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