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Ex-membros do Live dizem a Ed Kowalczyk para parar de usar o nome da banda

Membros originais de Live enviam cessar e desistir para impedir Ed Kowalczyk de usar a marca LIVE, após a Action Front Unlimited revogar a licença em de fevereiro de 2026

Ed Kowalczyk in 2025.
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  • Dois membros originais de Live, Chad Taylor e Chad Gracey, divulgaram capturas de tela de uma carta de cessar e desistir dirigida ao ex-vocalista Ed Kowalczyk, alegando que a AFU—Action Front Unlimited—revogou o uso da marca LIVE desde 16 de fevereiro de 2026.
  • A carta formal impede Kowalczyk de usar o nome Live em turnês, merchandising, gravações, publicidade, branding ou qualquer outra atividade comercial.
  • Taylor e Gracey repostaram a mesma carta com as chamadas “Your license is revoked…” e “Revoked”, em suas redes sociais; não houve resposta imediata de representantes de Live ou de Kowalczyk.
  • A disputa entre Kowalczyk e os demais integrantes remonta a ações por contrato e infração de marca desde 2010; houve retorno de Kowalczyk em 2016 após breve substituição do vocal/guitarrista Chris Shinn.
  • Em 2025, Gracey publicou vídeo performando com Shinn; Taylor esteve como convidado em fevereiro, enquanto Kowalczyk segue em turnê com músicos de apoio, com disputas legais já encerradas no ano anterior.

Two ex-membros do Live divulgaram nesta quinta-feira uma carta de cessar-desistimento dirigida ao ex-vocalista Ed Kowalczyk, alegando que ele não poderá mais usar o nome da banda em atividades comerciais. A comunicação cita que a empresa detentora da marca, Action Front Unlimited, revogou a licença de Kowalczyk para operar com a marca LIVE a partir de 16 de fevereiro de 2026. Os textos foram publicados em redes sociais dos músicos.

O documento, intitulado Re: Formal Notice of Termination and Revocation of Trademark License and All Purported Rights — LIVE Marks — Cease and Desist Demand, detalha termos legais sobre acordos e afirma que a propriedade da marca pode impedir Kowalczyk de atuar com o nome em turnês, merchandising, gravações, publicidade e outras atividades comerciais. Não houve resposta imediata de Kowalczyk ou de representantes da banda ao Rolling Stone.

Contexto histórico aponta que o Live ganhou popularidade em 1994 com os singles Selling the Drama e Lightning Crashes, e se separou em 2009. Ações judiciais envolvendo patrocínios, direitos autorais e marcas aconteceram entre 2010 e 2012, com reconciliação posterior de parte do grupo. Kowalczyk retornou ao elenco da banda em 2016, após a saída de Chris Shinn.

Conflito recente envolve a gestão da marca LIVE pela Action Front Unlimited e a alegação de que Kowalczyk financia atividades com o nome sem autorização. Em 2022, Kowalczyk teria assumido o controle da banda, enquanto os demais integrantes seguiram em lados opostos. No ano passado, os músicos mencionados entraram em acordo para encerrar disputas judiciais.

Atualmente, Kowalczyk continua em turnê com uma formação que acompanha o nome Live, com datas previstas para o Canadá nos meses de fevereiro e março. Os ex-colegas, por sua vez, têm projetos paralelos e participações pontuais em apresentações ao longo de 2025 e 2026, segundo registros públicos. Não houve confirmação oficial sobre novos desdobramentos legais.

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