- A pergunta não tem resposta única: ao longo do tempo, surgiram nomes como cordões, ranchos, clubes e sociedades antes dos blocos.
- O Entrudo, festa portuguesa registrada no Brasil desde o século XVI, incluía brincadeiras nas ruas e reuniões privadas em casa.
- Em meados do século XIX surgiram as “missões carnavalescas”, grupos mascarados que desfilavam pelas ruas rumo a bailes, organizados principalmente por jovens da elite.
- Entre os candidatos a primeiro bloco estão o Congresso das Sumidades Carnavalescas (1855), o Bloco dos Trepadores do Engenho (1906) e o Cordão da Bola Preta (fundado em 1918).
- No fim do século XIX a música carnavalesca ganhou forma, com Chiquinha Gonzaga compondo Abre Alas, uma das primeiras marchinhas.
Durante décadas, blocos e grupos carnavalescos receberam nomes variados como cordões, ranchos, clubes e sociedades. A origem do que hoje chamamos de bloco não tem ponto único de origem.
Antes dos blocos, existia o Entrudo, festa portuguesa registrada no Brasil desde o século 16, com brincadeiras de rua e reuniões em residências.
Em meados do século 19, surgiram as missões carnavalescas, grupos mascarados que desfilavam pelas ruas com bailes, organizados principalmente por jovens da elite.
Principais candidatas e marcos
Um possível candidato inicial é o Congresso das Sumidades Carnavalescas, fundado em 1855, que reunia foliões em desfiles competitivos.
Outro candidato é o Bloco dos Trepadores do Engenho, criado em 1906, período em que o termo bloco passou a ganhar popularidade.
Muitos apontam o Cordão da Bola Preta, fundado em 1918, como o bloco mais antigo ainda em atividade e um símbolo do Carnaval carioca.
No final do século 19, a música carnavalesca começou a ganhar forma, com Chiquinha Gonzaga compondo Abre Alas, uma das primeiras marchinhas.
Assim, a história dos blocos não segue um único marco; diversas tradições contribuíram para moldar o Carnaval brasileiro como o conhecemos hoje.
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