- Megyn Kelly criticou o show do intervalo do Super Bowl, dizendo que apresentá-lo inteiro em espanhol seria “um dedo do meio” para os Estados Unidos.
- Outros comentaristas conservadores também reagiram de forma extrema, chamando o show de humilhação e associando-o a temas como substituição cultural e enfraquecimento do país.
- Donald Trump chamou a apresentação de “uma bofetada” ao país; outros figuras conservadoras também reagiram de forma contundente nas redes.
- O show alternativo organizado pela Turning Point USA prestou homenagem ao fundador Charlie Kirk, com quatro artistas de música country; a organizadora Erika Kirk defendeu a proposta como pró-America.
- Em contraste, a apresentação oficial de Bad Bunny foi descrita como festiva e complexa, com mensagem de união e amor, encerrando com o banner “The only thing more powerful than hate is love” e o baralho em que ele segura uma bola de futebol norte-americana.
Megyn Kelly gerou polêmica ao criticar o show do intervalo do Super Bowl, em entrevista a Piers Morgan. Ela afirmou que apresentar tudo em espanhol seria um ato contra a “América” e criticou artistas que recebem appraisal por idiomas diferentes. A risca da crítica atiçou debates sobre identidade cultural e mídia.
Morgan questionou sobre o inglês como língua oficial; Kelly rebateu, sugerindo que tal postura seria responsável pela perda de cultura em outros países. A comentarista defendeu um formato de entretenimento exclusivamente em inglês, segundo sua leitura do evento.
A fala de Kelly não foi a única reação extrema às apresentações. Outros comentaristas conservadores apresentaram críticas similares, associando o show a ataques à identidade nacional e a uma suposta substituição cultural no país.
Reações adicionais à cobertura
O grupo Turning Point USA organizou um show substituto, conhecido como All-American Halftime Show, com artistas de música country. A proposta foi apresentada como tributo à figura de Charlie Kirk, fundador do movimento, e gerou debates sobre diversidade no palco.
Ao comparar, Bad Bunny protagonizou o show oficial, com uma performance descrita por analistas como festiva, complexa e historicamente rica. O artista argentino-português destacou que a apreciação pode ocorrer mesmo sem fluência em espanhol, enfatizando a dança como elo de compreensão.
O retrato de cada lado mostra caminhos distintos na cobertura de cultura e política. Enquanto parte do espectro associou o espanhol a uma ameaça, a apresentação oficial foi saudada por muitos pela celebração da vida e da diversidade.
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