- A SM Entertainment entrou com ação na Justiça sul-coreana para bloquear preventivamente bens de Chen, Baekhyun e Xiumin, do EXO, para garantir 10% da receita de atividades individuais do trio.
- O valor total pedido é de 2,6 bilhões de wons (cerca de R$ 10 milhões) e os bens visados incluem: direito ao depósito de aluguel de Chen (300 milhões de won), apartamento de Baekhyun em Guri (1,6 bilhão de won) e apartamento de Xiumin em Yongsan (700 milhões de won).
- A disputa envolve o subgrupo EXO-CBX e remonta a 2023, quando o trio pediu rescisão por suposta falta de transparência nas contas; a SM acusou a INB100, ligada à Big Planet Made Entertainment, de aliciamento contratual.
- Em 2024, a SM afirmou que o acordo de exclusividade não estava sendo cumprido, levando à retomada do processo para assegurar o cumprimento do contrato.
- Em 2025, o Ministério da Cultura da Coreia do Sul afirmou não haver irregularidades como alegavam os artistas, o que influenciou o público retorno do EXO em dezembro; o CBX divulgou comunicado e a SM reiterou que o repasse de 10% ainda não foi cumprido.
A SM Entertainment moveu uma ação na Justiça sul-coreana para bloqueio preventivo dos bens de Chen, Baekhyun e Xiumin, integrantes do EXO. O objetivo é assegurar valores equivalentes a 10% da receita de atividades individuais do trio, conforme acordo firmado em junho de 2023. O montante solicitado chega a 2,6 bilhões de won, cerca de 10 milhões de reais.
A medida destaca bens a serem bloqueados: Chen, 33, tem direito ao depósito de aluguel da residência, estimado em 300 milhões de won; Baekhyun, 33, possui um apartamento em Guri avaliado em 1,6 bilhão de won; Xiumin, 35, tem um apartamento em Yongsan estimado em 700 milhões de won. A SM busca impedir liquidações ou alienação desses ativos até a decisão final.
O atrito entre o EXO e a SM, conhecido pela formação do subgrupo EXO-CBX, remonta a 2023. Os artistas pediram rescisão por suposta falta de transparência nas contas e contratos considerados longos. A SM acusou a INB100, ligada à Big Planet Made Entertainment, de possível aliciamento contratual, levando a um acordo que restringia atividades do grupo ao universo da gravadora.
Contexto jurídico e desdobramentos
Em 2023, ficou definido que as atividades do EXO seriam tratadas pela SM, enquanto as iniciativas solo do trio ficariam sob gestão da INB100, com 10% da receita destinadas à SM. Em 2024, os membros afirmaram que o acordo não era cumprido e continuaram a pagar royalties, o que motivou a retomada do processo.
Em 2025, o Ministério da Cultura da Coreia do Sul afirmou não ter encontrado irregularidades como alegado pelo trio. A ausência de Chen, Baekhyun e Xiumin no comeback do EXO, em dezembro, foi registrada após o cumprimento militar dos integrantes. O grupo divulgou nota reconhecendo dificuldades para alinhar as agendas com a SM.
A SM publicou resposta oficial reiterando que o repasse de 10% ainda não foi cumprido pelas atividades em conjunto. A empresa destacou que a participação em atividades do grupo exigiu esforços para reconstruir a confiança entre as partes, diante de disputas que impactaram fãs e a equipe.
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