- Ebo Taylor, pioneiro do highlife e guitarrista, morreu aos 90 anos.
- A notícia foi anunciada pelo filho, Kweku Taylor, que destacou o legado artístico do pai.
- Taylor é lembrado como uma figura fundamental para levar a música ganense ao cenário global e é considerado um dos maiores guitarristas de ritmo da história.
- Ao longo da carreira, lançou álbuns como Love and Death (2010), Appia Kwa Bridge (2012) e Yen Ara (2018), além de colaborar com artistas internacionais.
- Em 2018, sofreu um derrame que afetou a fala; em 2025 participou de um projeto com Ali Shaheed Muhammad e a Jazz Is Dead, conduzido pelo filho Henry.
Ebo Taylor, pioneiro da highlife e guitarrista marfiniano, morreu aos 90 anos. A família informou que o falecimento ocorreu na véspera do anúncio de um festival que celebrava sua obra, exatamente um mês após seu aniversário.
O filho Kweku Taylor confirmou a morte e destacou a importância de Taylor para a música africana, afirmando que ele deixa um legado artístico incomparável. A nota mencionou ainda que o músico faleceu um dia após o lançamento do festival em sua homenagem.
Taylor nasceu Deroy Taylor em Cape Coast, Gana, em 6 de janeiro de 1936. Iniciou no piano aos seis anos e migrou para a guitarra na vida universitária, integrando grupos como o Stargazers, que conectaram o país a novas sonoridades.
O músico desenvolveu um estilo que mesclava highlife, em maior tom, com afrobeat de tonalidade menor. Ao longo da carreira, atuou como guitarrista, arranjador e produtor, especialmente nos anos 70 pela gravadora Essiebons.
Na década de 80, concentrou-se em colaborar com outros artistas e, no início dos anos 2000, lecionou na Universidade de Gana. Seu primeiro álbum internacional, Love and Death, saiu em 2010, impulsionando reapreciação mundial.
Taylor continuou a colaborar em projetos, incluindo a produção do álbum Ebo Taylor JID022 em 2025, uma parceria entre Ali Shaheed Muhammad e Jazz Is Dead. Seu filho Henry ajudou na comunicação entre os músicos.
соли
Legado e reconhecimento
Taylor recebeu diversos prêmios por contribuições à música ganesa e ao highlife. A legado de Taylor é lembrado por críticos e pela indústria como um marco na difusão global do alto estilo africano.
O comentário de figuras da cena musical contemporânea incluiu a lembrança de que Taylor ampliou horizontes da guitarra rítmica na África, com impacto internacional. A imprensa destacou a influência de seu trabalho no cenário global.
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