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Super Bowl Halftime: os maiores shows da história do evento

Michael Jackson redefine o intervalo do Super Bowl em 1993, estabelecendo o padrão para apresentações futuras e elevando o nível da produção

Coldplay, Beyoncé e Bruno Mars foram as atrações do Show do Intervalo do Super Bowl L (Foto: AFP / TIMOTHY A. CLARY)
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  • Em 1993, Michael Jackson mudou o padrão do show do intervalo do Super Bowl, com um medley de Jam, Billie Jean e Black or White e encerramento com Heal the World, definindo o formato atual.
  • Rihanna detém o recorde de audiência do espetáculo, em 2023, com mais de 121 milhões de telespectadores, em uma apresentação minimalista.
  • Outros shows marcantes: Beyoncé em 2013 teve grande alcance nas redes; Katy Perry em 2015 com tigre dourado e participação de Missy Elliott; Paul McCartney em 2005; The Rolling Stones em 2006; Lady Gaga em 2017 começando no teto do estádio.
  • Coldplay, em 2016, dividiu o palco com Bruno Mars e Beyoncé, apresentando hits como Uptown Funk! e Formation.
  • No Super Bowl LX, o duelo entre New England Patriots e Seattle Seahawks ocorre no Levi’s Stadium, em Santa Clara, às 20h30 de domingo, com Bad Bunny como atração de intervalo.

O intervalo do Super Bowl é hoje reconhecido como cenário de grandes apresentações que marcaram a memória do evento. Em cada edição, artistas de peso transformam a pausa entre os quartos em espetáculo, com impactos que vão além do futebol. A cada ano, o formato é repensado para ampliar o alcance e a emoção do público.

Desde 1993, quando Michael Jackson mudou o padrão da atração, o show de intervalo passou a ser parte central da experiência do Super Bowl. O popstar integrou um medley com Jam, Billie Jean e Black or White, encerrando com Heal the World em presença de jovens e de um globo inflável na linha de 50 jardas.

Outros momentos memoráveis vieram a seguir, moldando a percepção do que é possível no palco do intervalo. Rihanna, em 2023, atingiu recorde de audiência ao reunir mais de 121 milhões de telespectadores, num show minimalista porém impactante, sem participações especiais. Beyoncé, em 2013, elevou o patamar de interação com o público e redes sociais, com mais de 110 milhões de espectadores. A participação de The Rolling Stones em 2006 manteve a simplicidade musical, enquanto Lady Gaga, em 2017, fez a apresentação iniciar do teto do estádio para alcançar o solo do palco.

Destaques históricos

Katy Perry, em 2015, ficou marcada pela performance com um tigre dourado gigante e por uma sequência visual com fogos. Missy Elliott apareceu como convidada, executando hits de destaque. Em 2005, Paul McCartney foi visto como escolha segura pela NFL, abrindo com Drive My Car e encerrando com Hey Jude diante de 84 mil espectadores no Alltel Stadium. Em 2016, Coldplay abriu espaço para Bruno Mars e Beyoncé, entregando momentos fortes com Uptown Funk e Formation.

Próximo Super Bowl LX

O Super Bowl LX está marcado para o domingo, às 20h30 (horário de Brasília), no Levi’s Stadium, em Santa Clara. O confronto envolve New England Patriots e Seattle Seahawks. A atração de intervalo inclui Bad Bunny, artista reconhecido mundialmente pelo público streaming. O evento segue como um dos maiores espetáculos de palco da temporada.

O formato do espetáculo continua a evoluir, buscando equilibrar repertório, cenário visual e participação de convidados. A cada edição, a narrativa do show de intervalo acrescenta uma camada de expectativa ao encontro esportivo, sem perder o foco na qualidade musical e na produção audiovisual.

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