- Monarco, cujo nome de nascimento é Hildemar Diniz, lançou seu primeiro álbum solo em 1976, intitulado com o seu próprio nome.
- O trabalho é uma soma do samba de raiz, ligado às raízes do gênero e à escola Portela, com a qual o artista manteve relação até falecer em 2021, aos 88 anos.
- A abertura fica por conta de “O Quitandeiro”, com participação da Velha Guarda da Portela.
- Entre as faixas, estão “Ingratidão” e “Desengano” (ambas sobre amores perdidos), e “Amor Verdadeiro” (com Monarco como compositor).
- Outras faixas destacam o samba-exaltação “Mangueira e Suas Glórias”, “Duelo Fatal” e “Amor Fiel”.
Hildemar Diniz, conhecido como Monarco, lançou seu primeiro álbum solo em 1976. O disco, que carrega o nome do sambista, é lembrado 50 anos depois como referência de samba de raiz, criado para encontros de sambistas na quadra, longe do carnaval. A Portela, escola à qual Monarco era ligado, manteve a relação até sua morte, em 2021, aos 88 anos.
A obra abriga uma voz grave e suave, típica do artista. O repertório privilegia canções que falam do cotidiano, de encontros de amor e de vivências do morro, com composições de parceiros próximos e de Monarco mesmo. A produção enfatiza a essência do samba tradicional, preservando a ideia de apresentação em rodas.
Repertório e faixas-chave
O álbum inicia com o retrato de um pagode em preparação, com a participação da Velha Guarda da Portela. Em seguida aparecem sambas de amor traído, destacando parcerias com compositores da escola. Entre as faixas, há composições de Monarco sobre amor verdadeiro, rejeição de amores e exaltando outras escolas de samba.
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